<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426</id><updated>2011-10-31T10:02:27.842-02:00</updated><title type='text'>Laboratório de Redação</title><subtitle type='html'>Um espaço onde os alunos do Colégio Objetivo Araraquara podem consultar os temas de redação que foram discutidos nos laboratórios em sala de aula. Além disso, um lugar para que as opiniões sejam debatidas, assim como críticas, elogios e sugestões.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-6105161566535111183</id><published>2010-10-14T21:18:00.003-03:00</published><updated>2010-10-14T21:54:42.376-03:00</updated><title type='text'>3 e curso - O trabalho ao longo do tempo</title><content type='html'>LABORATÓRIO DE REDAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho não é uma essência atemporal do homem. Ele é uma invenção histórica e, como tal, pode ser transformado e mesmo desaparecer. (A. Simões)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algumas décadas, pensava-se que o progresso técnico e o aumento da capacidade de produção permitiriam que o trabalho ficasse razoavelmente fora de moda e a humanidade tivesse mais tempo para si mesma. Na verdade, o que se passa hoje é que uma parte da humanidade está se matando de tanto trabalhar, enquanto a outra parte está morrendo por falta de emprego. ( M. A. Marques)&lt;br /&gt;No século 20, instituíram-se nas indústrias as linhas de montagem e, imediatamente, surgiram os críticos veementes a essa forma de produção. Desde o século 18, no início da Revolução Industrial, os trabalhadores das cidades foram engajados no trabalho mecânico de se movimentarem juntos, em ritmo igual ao da máquina. Acho que esse casamento de homem e máquina, de horários coletivos, sincrônicos, gerou algo de novo atrelado à noção de tarefa desagradável. O trabalho pesado, sujo, continua sendo aversivo. Mas a nova forma de escravidão do homem ao motor da máquina tornou mais esse trabalho rejeitável. O macacão e o colarinho branco estão hoje juntos na categoria de alienantes. Tarefa boa é a criativa, que respeita o indivíduo em seu ritmo pessoal. Cargo desejável é aquele no qual podemos impor nosso horário e nosso ritmo.&lt;br /&gt;Mas isso tudo não é claro, é bem cheio de paradoxos. A mulher, por exemplo, ainda sonha em sair de casa para submeter-se a essa alienação, enquanto o homem sonha em se livrar dela, trabalhando em casa. Não importa qual é a organização social do trabalho, o homem parece sempre encontrar um jeito de declarar certas tarefas como subalternas. Em torno dessas e outras qualificações que a atividade humana recebe, a sociedade se organiza em classes, grupos, raças, conhecimentos, de tal forma que caiba a alguns uma fatia maior do desagradável. E assim se organiza o mundo...&lt;br /&gt;(Anna Verônica Mautner. Folha Equilíbrio, 15.04.2004. Adaptado.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto II&lt;br /&gt;A erosão do trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“ARBEIT, LAVORO, travail, labour, trabajo.” Não há nenhum canto do mundo que não esteja vendo o desmoronar do trabalho. A atividade que nasceu sob o signo da contradição foi, desde o primeiro momento, um ato vital, capaz de plasmar a própria produção e a reprodução da vida humana, de criar cada vez mais bens materiais e simbólicos socialmente vitais e necessários. Mas trouxe consigo, desde os primórdios, o fardo, a marca do sofrimento, o traço da servidão, os meandros da sujeição.&lt;br /&gt;Se o trabalho é um ato poético, o momento da potência e a potência da criação, ele também encontra suas origens no “tripalium”, instrumento de punição e tortura.&lt;br /&gt;Se, para Weber, o trabalho fora concebido como expressão de uma ética positiva em sintonia com o nascente mundo da mercadoria e o encanto dos negócios (negação do ócio), para Marx, ao contrário, o que principiara como uma atividade vital se converteu em um não valor gerador de outro valor, o de troca. Daí sua síntese cáustica: se pudessem, todos os trabalhadores fugiriam do trabalho como se foge de uma peste!&lt;br /&gt;E a sociedade da mercadoria do século 20 se consolidou como a sociedade do trabalho. Desde o início, no microcosmo familiar, fomos educados para o labor. O sem-trabalho era expressão de pária social. Mas a mesma sociedade que se moldou pela formatação do trabalho se esgotou. Ele se reduz a cada dia – e de modo avassalador. Enquanto a população mundial cresce, ele míngua. Complexifica-se, é verdade, em vários setores, como nas tecnologias da informação e em outras áreas de ponta, e resta exangue em tantos outros.&lt;br /&gt;(Ricardo Luiz Coltro Antunes. Folha de S.Paulo, 01.05.2009.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atestado progressista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde Leão XIII, autor da encíclica Rerum Novarum, promulgada em 1891, a primeira a tratar do mundo da economia e do trabalho, os papas debruçaram-se sobre o tema. Ele entrou na lista de preocupações da Igreja Católica quando as transformações promovidas pela industrialização, entre as quais a criação de uma classe operária que vivia em condições degradantes, começaram a fornecer combustível farto à expansão das ideologias esquerdistas, ateias e anticlericais. Com a derrocada do comunismo, o Vaticano resolveu fustigar o capitalismo, antes alvo apenas periférico de seus documentos. Em meio à crise financeira que abalou os alicerces da economia mundial, Bento XVI fez conhecer na semana passada sua primeira encíclica a respeito do assunto: Caritas in Veritate (A Verdadeira Caridade), com 127 páginas.&lt;br /&gt;(...) ... o atual papa reconhece o papel do lucro como motor da economia e que, nas últimas décadas, milhões de pessoas foram tiradas da pobreza e elevadas aos patamares de bem-estar da classe média. A globalização que não nos faz irmãos é elogiada pelos avanços que trouxe em seu bojo e é vista como um fato incancelável.&lt;br /&gt;São palavras de Bento XVI: A exclusão do trabalho por muito tempo ou então uma prolongada dependência da assistência pública ou privada corroem a liberdade e a criatividade da pessoa e as suas relações familiares e sociais, causando enormes sofrimentos psicológicos e espirituais.&lt;br /&gt;(Veja, 15.07.2009. Adaptado.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas informações apresentadas nos textos de apoio e em outras de seu conhecimento, elabore um texto dissertativo discutindo a questão do trabalho no mundo atual, bem como as relações que com ele o homem estabelece.&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-943e9e5cee17ff94" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D943e9e5cee17ff94%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329932221%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B0588F2A2E3985388CFDEAEE968D789FD5A074F.7980582A51781F48902FCB2E4AD8BFA66771A8C3%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D943e9e5cee17ff94%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DIoCIQkedaCAazSqW9Eqkjw54n7U&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D943e9e5cee17ff94%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329932221%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B0588F2A2E3985388CFDEAEE968D789FD5A074F.7980582A51781F48902FCB2E4AD8BFA66771A8C3%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D943e9e5cee17ff94%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DIoCIQkedaCAazSqW9Eqkjw54n7U&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-6105161566535111183?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=943e9e5cee17ff94&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/6105161566535111183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/10/3-e-curso-o-trabalho-ao-longo-do-tempo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/6105161566535111183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/6105161566535111183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/10/3-e-curso-o-trabalho-ao-longo-do-tempo.html' title='3 e curso - O trabalho ao longo do tempo'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-4744987642341188701</id><published>2010-08-19T17:54:00.001-03:00</published><updated>2010-08-19T17:58:13.493-03:00</updated><title type='text'>Unicamp - Editorial</title><content type='html'>Redação – Texto 3&lt;br /&gt;Coloque-se na posição de um jornalista que, com base na leitura do texto abaixo, deverá escrever um editorial, isto é, um artigo jornalístico opinativo, para um importante jornal do país, discutindo o crescimento do e-lixo no Brasil. Seu texto deverá, necessariamente:&lt;br /&gt;a) abordar dois dos problemas relacionados ao crescimento do e-lixo no Brasil levantados pelo texto abaixo;&lt;br /&gt;b) Apontar uma forma possível de enfrentar esse crescimento.&lt;br /&gt;c) Atenção: Por se tratar de um editorial, você deverá atribuir um título ao seu texto.&lt;br /&gt;Lembre-se de que não deverá recorrer à mera colagem de trechos do texto lido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aumento na geração de e-lixo e responsabilidade compartilhada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você descarta um equipamento eletrônico, você está gerando o que se conhece como “e-lixo”. São materiais tais como pilhas, baterias, celulares, computadores, televisores, dvd’s, cd’s, rádios, lâmpadas fluorescentes e muitos outros que, se não tiverem uma destinação adequada, vão parar em aterros comuns e contaminam o solo e as águas, trazendo danos ao meio ambiente e para a saúde humana. Com a rápida modernização das tecnologias, os aparelhos tornam-se ultrapassados em uma velocidade assustadora. Na composição dos equipamentos eletrônicos existem substâncias tóxicas como o mercúrio, chumbo, cádmio, belírio e arsênio – altamente perigosos à saúde humana.&lt;br /&gt;A organização das Nações Unidas (ONU) pediu em 22 de fevereiro de 2010 medidas urgentes contra o crescimento exponencial do lixo de origem eletrônica em países emergentes como o Brasil. O programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) apresentou um relatório que ressalta a urgência de estabelecer um processo ambicioso e regulado de coleta e gestão adequada do lixo eletrônico uma vez que a geração desse lixo cresce mundialmente a uma taxa de cerca de 40 milhões de toneladas por ano.&lt;br /&gt;Casemiro Tércio Carvalho, coordenador de planejamento ambiental da secretaria do Meio Ambiente de São Paulo, credita a posição do Brasil à ampliação da inclusão digital no país e ao aumento do poder aquisitivo das classes C, D e E. Para o professor Fernando S. Meirelles, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), a questão do lixo eletrônico no Brasil não é necessariamente um problema de governo. “É um fator cultural. O mercado de reciclados ainda é muito incipiente e não há coletores suficientes”.&lt;br /&gt;Embora ainda tramite no senado o projeto de lei da Política acional de Resíduos Sólidos – PNRS (aprovado pela Câmara dos deputados em março de 2010 após 19 anos de tramitação), é possível fazer alguns comentários sobre o conjunto de obrigações legais que estruturarão juridicamente, no Brasil, a logística reversa (o retorno do equipamento usado para o fabricante ou comerciante), que tem como implicação a responsabilidade compartilhada entre os produtores/fabricantes, os comerciantes e distribuidores, e os consumidores. Está visto que não adianta a boa vontade dos consumidores se não existir uma infraestrutura de recolha do lixo eletrônico. É essa falta de estrutura que representa o grande entrave na política de gestão prevista na PNRS. Não podemos ignorar que a nossa cultura de gestão de resíduos é “zero”. Daí porque o planejamento de política é o ponto inicial para qualquer medida que pretenda ser eficaz nessa área.&lt;br /&gt;(Texto adaptado de várias fontes diferentes)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-4744987642341188701?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/4744987642341188701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/08/unicamp-editorial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/4744987642341188701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/4744987642341188701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/08/unicamp-editorial.html' title='Unicamp - Editorial'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-5851630853387926648</id><published>2010-06-09T17:52:00.002-03:00</published><updated>2010-06-09T17:56:34.486-03:00</updated><title type='text'>Corrupção - 3 e curso</title><content type='html'>&lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt; CARTAS CHILENAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;A lei do teu contrato não faculta&lt;br /&gt;que possas aplicar aos teus negócios&lt;br /&gt;os públicos dinheiros. Tu, com eles,&lt;br /&gt;pagaste aos teus credores grandes somas!&lt;br /&gt;Ordena a sábia Junta que dês logo&lt;br /&gt;da tua comissão estreita conta;&lt;br /&gt;o chefe não assina a portaria,&lt;br /&gt;não quer que se descubra a ladroeira,&lt;br /&gt;porque te favorece, ainda à custa&lt;br /&gt;dos régios interesses, quando finge&lt;br /&gt;que os zela muito mais que as próprias rendas.&lt;br /&gt;Por que, meu Silverino? Porque largas,&lt;br /&gt;porque mandas presentes, mais dinheiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, Fanfarrão, agora falo&lt;br /&gt;contigo, e só contigo. Por que causa&lt;br /&gt;ordenas que se faça uma cobrança&lt;br /&gt;tão rápida e tão forte contra aqueles&lt;br /&gt;que ao Erário só devem tênues somas?&lt;br /&gt;Não tens contratadores, que ao rei devem&lt;br /&gt;de mil cruzados centos e mais centos?&lt;br /&gt;Uma só quinta parte que estes dessem,&lt;br /&gt;não matava do Erário o grande empenho?&lt;br /&gt;O pobre, porque é pobre, pague tudo,&lt;br /&gt;e o rico, porque é rico, vai pagando&lt;br /&gt;sem soldados à porta, com sossego!&lt;br /&gt;Não era menos torpe, e mais prudente,&lt;br /&gt;que os devedores todos se igualassem?&lt;br /&gt;Que, sem haver respeito ao pobre ou rico,&lt;br /&gt;metessem no Erário um tanto certo,&lt;br /&gt;à proporção das somas que devessem?&lt;br /&gt;Indigno, indigno chefe! Tu não buscas&lt;br /&gt;o público interesse. Tu só queres&lt;br /&gt;mostrar ao sábio augusto um falso zelo,&lt;br /&gt;poupando, ao mesmo tempo, os devedores,&lt;br /&gt;os grossos devedores, que repartem&lt;br /&gt;contigo os cabedais, que são do reino.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="ES-TRAD" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-ansi-language:ES-TRAD"&gt;in: GONZAGA, Tomás Antônio. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Poesias – Cartas Chilenas. Edição crítica de M. Rodrigues Lapa. Rio de Janeiro: INL, 1957. p. 264 e 266-267.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A LUNETA MÁGICA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Chamo-me Simplício e tenho condições naturais ainda mais tristes do que o meu nome.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;Nasci sob a influência de uma estrela maligna, nasci marcado com o selo do infortúnio.&lt;br /&gt;Sou míope; pior do que isso, duplamente míope, míope física e moralmente.&lt;br /&gt;Miopia física: — a duas polegadas de distância dos olhos não distingo um girassol de uma violeta.E por isso ando na cidade e não vejo as casas.&lt;br /&gt;Miopia moral: — sou sempre escravo das idéias dos outros; porque nunca pude ajustar duas idéias minhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;E por isso quando vou às galerias da câmara temporária ou do senado, sou consecutiva e decididamente do parecer de todos os oradores que falam pró e contra a matéria em discussão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Se ao menos eu não tivesse consciência dessa minha miopia moral!... mas a convicção profunda de infortúnio tão grande é a única luz que brilha sem nuvens no meu espírito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Disse-me um negociante meu amigo que por essa luz da consciência represento eu a antítese de não poucos varões assinalados que não têm dez por cento de capital da inteligência que ostentam, e com que negociam na praça das coisas públicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;— Mas esses varões não quebram, negociando assim?... perguntei-lhe.&lt;br /&gt;— Qual! são as coisas públicas que andam ou se mostram quebradas.&lt;br /&gt;—E eles?...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt; — Continuam sempre a negociar com o crédito dos tolos, e sempre se apresentam como boas firmas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;margin-right:.5in;margin-bottom:0in;margin-left:.5in; margin-bottom:.0001pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Na cândida inocência da minha miopia moral não pude entender se havia simplicidade ou malícia nas palavras do meu amigo.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;In: MACEDO, Joaquim Manuel de. A Luneta Mágica. São Paulo: Saraiva, 1961. p. 01-02.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path extrusionok="f" gradientshapeok="t" connecttype="rect"&gt;  &lt;o:lock ext="edit" aspectratio="t"&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_2" spid="_x0000_s1026" type="#_x0000_t75" alt="http://www.vestibular1.com.br/images/red13.gif" style="'position:absolute;" allowoverlap="f"&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\Murilo\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.png" title="red13"&gt;  &lt;w:wrap type="square" anchory="line"&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;img width="330" height="358" src="file:///C:/Users/Murilo/AppData/Local/Temp/msohtmlclip1/01/clip_image002.jpg" align="left" alt="http://www.vestibular1.com.br/images/red13.gif" shapes="Imagem_x0020_2" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;in: Bundas, ano 1, nº 4, 6 a 12 de julho de 1999, p. 5.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt; font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;PROPOSIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;Os textos mostram que o problema da corrupção não é novo em nosso país. Na atualidade, tomamos conhecimento de várias formas de corrupção por meio da imprensa, bem como a vemos abordada em peças teatrais, telenovelas e ilustrada em quadrinhos, charges e programas cômicos. A maioria dos brasileiros condena a corrupção, considerando-a culpada dos principais males que atingem o país, mas há também quem afirme que é uma "doença sem remédio" ou que faz parte da natureza de nossa sociedade. Nesse contexto, o cartum de Millôr Fernandes, parodiando um gênero de publicidade oficial, convoca sarcasticamente os jovens a participar da corrupção em todos os setores da vida nacional.&lt;br /&gt;Posicionando-se como alguém que pensa em seu futuro e sabe que pode encontrar no caminho a corrupção, manifeste sua opinião sobre o assunto, escrevendo uma redação, de gênero dissertativo, sobre o tema: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:10.0pt;font-family: &amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O JOVEM ANTE A CORRUPÇÃO: UM INIMIGO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A COMBATER OU UM DADO A ACEITAR?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0in;margin-bottom:.0001pt;line-height: normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O Analfabeto Político&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black; mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Verdana&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;Bertolt Brecht&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;mso-margin-bottom-alt:auto; text-align:justify;line-height:normal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:14.0pt; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 10.0pt;font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size: 13.5pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-size:13.5pt;font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;color:black;mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:5.0pt;margin-right:.5in;margin-bottom:5.0pt;margin-left: .5in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; Link para o video do poema:&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="mso-ansi-language:PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Oiy00vfmDzQ"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=Oiy00vfmDzQ&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Confira aqui a declaração do senador Cristovam Buarque sobre corrupção:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=i2i8fcZ093k"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=i2i8fcZ093k&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-5851630853387926648?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/5851630853387926648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/06/corrupcao-3-e-curso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/5851630853387926648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/5851630853387926648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/06/corrupcao-3-e-curso.html' title='Corrupção - 3 e curso'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-71958416783835678</id><published>2010-05-20T19:02:00.001-03:00</published><updated>2010-05-20T19:29:18.654-03:00</updated><title type='text'>Laboratório 3 e curso - "Cansei"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S_W3qRDREgI/AAAAAAAAAAs/UPcgbZufFzI/s1600/glauco1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 292px; height: 286px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S_W3qRDREgI/AAAAAAAAAAs/UPcgbZufFzI/s400/glauco1.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473482858898199042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S_W2SEwEIFI/AAAAAAAAAAk/dtVdYfcp8hs/s1600/AngeliCanseiTres.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 289px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S_W2SEwEIFI/AAAAAAAAAAk/dtVdYfcp8hs/s400/AngeliCanseiTres.gif" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5473481343767945298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-Arial Unicode MS&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;line-height:18.0pt"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, conhecido popularmente pelo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Slogan" title="Slogan"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;slogan&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cansei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, é um movimento da sociedade civil surgido em julho de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/2007" title="2007"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, logo após o acidente com o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%B4o_TAM_3054" title="Vôo TAM 3054"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;vôo 3054 da TAM&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cansei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;declara-se apartidário e visa à reflexão sobre os motivos do que considera a desordem da administração pública no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Governo_Lula" title="Governo Lula"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;governo Lula&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Intelectuais de esquerda alinhados com o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_dos_Trabalhadores" title="Partido dos Trabalhadores"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Partido dos Trabalhadores&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;apontam o movimento como&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Elite" title="Elite"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;elitista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, como a seção fluminense da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_dos_Advogados_do_Brasil" title="Ordem dos Advogados do Brasil"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Ordem dos Advogados do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;(cuja seção paulista é um dos membros e patrocinadores do movimento)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-0"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Tais acusações são refutadas integralmente pelos articuladores do movimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:para-border-div;border:none;border-bottom:solid #AAAAAA 1.0pt; padding:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;  &lt;h2 style="margin-top:0in;margin-right:0in;margin-bottom:.1in;margin-left:0in; text-align:justify;mso-line-height-alt:17.75pt;border:none;mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA 1.0pt;padding:0in;mso-padding-alt:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Características&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;h2 style="margin-top:0in;margin-right:0in;margin-bottom:.1in;margin-left:0in; text-align:justify;mso-line-height-alt:17.75pt;border:none;mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA 1.0pt;padding:0in;mso-padding-alt:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Alguns críticos do movimento, entre eles partidários da administração de Lula, sustentam que o movimento tem a intenção de desestabilizar o governo. No entanto, membros alegam que o movimento não tem afiliações partidárias, apesar de não explicitarem suas intenções.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Embora o movimento tenha surgido, entre outros motivos, como forma de protesto contra o "caos aéreo", que teria levado à queda do avião da TAM, informações contidas na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caixa_preta" title="Caixa preta"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;caixa preta&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; do avião vieram a indicar que o acidente foi provocado por falha da aeronave ou dos pilotos, o que tornaria nula a ligação entre o acidente e uma suposta crise do setor aéreo brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Outra crítica foi feita pelos próprios parentes das vítimas do vôo 3054 da TAM, um mês após o acidente, em razão da desorganização dos responsáveis pela manifestação realizada no centro da cidade de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(cidade)" title="São Paulo (cidade)"&gt;&lt;span style="text-decoration:none; text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;e o desrespeito aos familiares, que foram impedidos pelos seguranças do evento de subirem ao palco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Em seu discurso no evento na&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_da_S%C3%A9" title="Praça da Sé"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Praça da Sé&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, em&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_agosto" title="17 de agosto"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;17 de agosto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;de 2007, o presidente da OAB-SP, Luis Flávio Borges D'Urso, relacionou todos os motivos que teriam levado a população a dizer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cansei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Slogan" title="Slogan"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;slogan&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;do movimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="mso-element:para-border-div;border:none;border-bottom:solid #AAAAAA 1.0pt; padding:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;  &lt;h2 style="margin-top:0in;margin-right:0in;margin-bottom:.1in;margin-left:0in; text-align:justify;mso-line-height-alt:17.75pt;border:none;mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA 1.0pt;padding:0in;mso-padding-alt:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Membros&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Os membros do&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cansei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;foram popularmente denominados de "cansados" por esquerdistas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-2"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;e até mesmo por simpáticos ao movimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-3"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. De acordo com a página oficial do movimento na internet&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-4"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, a lista dos membros do&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cansei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;é a seguinte:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0in;margin-right:0in;margin-bottom:.05in;margin-left: 0in;text-align:justify;mso-line-height-alt:17.75pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;table class="MsoNormalTable" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="1351" style="width:1013.6pt;mso-cellspacing:0in;mso-yfti-tbllook:1184;mso-padding-alt:  0in 0in 0in 0in"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;td width="33%" valign="top" style="width:33.0%;padding:0in 0in 0in 0in"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Apresentadores/atores&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adriana_Lessa" title="Adriana Lessa"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Adriana   Lessa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ana_Maria_Braga" title="Ana Maria Braga"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ana Maria   Braga&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Beatriz_Segall" title="Beatriz Segall"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Beatriz   Segall&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Boris_Casoy" title="Boris Casoy"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Boris Casoy&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Alberto_de_N%C3%B3brega" title="Carlos Alberto de Nóbrega"&gt;&lt;span style="text-decoration:   none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Carlos Alberto de Nóbrega&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Christiane_Torloni" title="Christiane Torloni"&gt;&lt;span style="text-decoration:   none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Christiane Torloni&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Goulart_de_Andrade" title="Goulart de Andrade"&gt;&lt;span style="text-decoration:   none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Goulart de Andrade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hebe_Camargo" title="Hebe Camargo"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Hebe   Camargo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Irene_Ravache" title="Irene Ravache"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Irene   Ravache&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luana_Piovani" title="Luana Piovani"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Luana   Piovani&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Moacyr_Franco" title="Moacyr Franco"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Moacyr   Franco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Osmar_Santos" title="Osmar Santos"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Osmar   Santos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Vilhena" title="Paulo Vilhena"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Paulo   Vilhena&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Regina_Duarte" title="Regina Duarte"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Regina   Duarte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADlvia_Poppovic" title="Sílvia Poppovic"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;   text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Sílvia Poppovic&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom_Cavalcante" title="Tom Cavalcante"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Tom   Cavalcante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l2 level1 lfo1;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Victor_Fasano" title="Victor Fasano"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Victor   Fasano&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="33%" valign="top" style="width:33.0%;padding:0in 0in 0in 0in"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Cantores&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Agnaldo_Rayol" title="Agnaldo Rayol"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Agnaldo   Rayol&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ivete_Sangalo" title="Ivete Sangalo"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Ivete   Sangalo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jair_Rodrigues" title="Jair Rodrigues"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Jair   Rodrigues&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9o_Jaime" title="Léo Jaime"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Léo Jaime&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Reis" title="Sérgio Reis"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Sérgio Reis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Seu_Jorge" title="Seu Jorge"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Seu Jorge&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wanderl%C3%A9a" title="Wanderléa"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Wanderléa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l4 level1 lfo2;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zez%C3%A9_di_Camargo" title="Zezé di Camargo"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;   text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Zezé di Camargo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Empresários/políticos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l3 level1 lfo3;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gabriel_Chalita" title="Gabriel Chalita"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Gabriel   Chalita&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l3 level1 lfo3;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Jesus_Sangalo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Jesus Sangalo (página não existe)"&gt;&lt;span style="   text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Jesus Sangalo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l3 level1 lfo3;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_D%C3%B3ria_J%C3%BAnior" title="João Dória Júnior"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;   text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;João Dória Júnior&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l3 level1 lfo3;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lafaiete_Coutinho" title="Lafaiete Coutinho"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;   text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Lafaiete Coutinho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l3 level1 lfo3;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Luiz_Fl%C3%A1vio_Borges_D%27Urso&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Luiz Flávio Borges D'Urso (página não existe)"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Luiz Flávio Borges   D'Urso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l3 level1 lfo3;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Zottolo" title="Paulo Zottolo"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Paulo   Zottolo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="33%" valign="top" style="width:33.0%;padding:0in 0in 0in 0in"&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Esportistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l0 level1 lfo4;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Caio_Ribeiro_Decoussau" title="Caio Ribeiro Decoussau"&gt;&lt;span style="text-decoration:   none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Caio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l0 level1 lfo4;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Scherer" title="Fernando Scherer"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Fernando   Scherer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l0 level1 lfo4;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lars_Grael" title="Lars Grael"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Lars Grael&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l0 level1 lfo4;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Torben_Grael" title="Torben Grael"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Torben   Grael&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:1.2pt;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Socialites&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l1 level1 lfo5;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Beth_Szafir&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Beth Szafir (página não existe)"&gt;&lt;span style="   text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Beth Szafir&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="mso-margin-top-alt:auto;margin-bottom:1.2pt;   margin-left:.25in;text-align:justify;text-indent:-.25in;line-height:18.0pt;   mso-list:l1 level1 lfo5;tab-stops:list .5in"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;§&lt;/span&gt;&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Patr%C3%ADcia_Rollo&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Patrícia Rollo (página não existe)"&gt;&lt;span style="   text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;Patrícia Rollo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;h3 style="margin-top:0in;margin-right:0in;margin-bottom:.05in;margin-left: 0in;text-align:justify;mso-line-height-alt:17.75pt"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;div style="mso-element:para-border-div;border:none;border-bottom:solid #AAAAAA 1.0pt; padding:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;  &lt;h2 style="margin-top:0in;margin-right:0in;margin-bottom:.1in;margin-left:0in; text-align:justify;mso-line-height-alt:17.75pt;border:none;mso-border-bottom-alt: solid #AAAAAA 1.0pt;padding:0in;mso-padding-alt:0in 0in 2.0pt 0in"&gt;&lt;span class="mw-headline"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Controvérsia relacionada ao Piauí&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Em entrevista ao jornal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Valor_Econ%C3%B4mico" title="Valor Econômico"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, o presidente da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Philips" title="Philips"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Philips&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;no Brasil, Paulo Zottolo afirmou que, ao apoiar o movimento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Cansei&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, desejava remexer no "marasmo cívico" do Brasil, e afirmou: "Não se pode pensar que o país é um&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD" title="Piauí"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Piauí&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, no sentido de que tanto faz quanto tanto fez. Se o Piauí deixar de existir ninguém vai ficar chateado". Mais tarde, Zottolo pediu desculpas ao povo do Piauí em entrevista a&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Folha_de_S._Paulo" title="Folha de S. Paulo"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Folha de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, dizendo que seu comentário foi "infeliz".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-7"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;No dia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/17_de_agosto" title="17 de agosto"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;17 de agosto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, Zottolo disse ao governador&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wellington_Dias" title="Wellington Dias"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Wellington Dias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_dos_Trabalhadores" title="Partido dos Trabalhadores"&gt;&lt;span style="text-decoration: none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;PT&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;) que visitaria o Piauí. Após divulgada tal informação para a imprensa, estudantes quebraram dois aparelhos da Philips durante manifestação pública em uma praça de&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teresina" title="Teresina"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Teresina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;. Cerca de 50 manifestantes estavam presentes e uma nota de repúdio a Zottolo foi distribuída. Um trecho do texto, assinado por entidades como&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UNE" title="UNE"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;UNE&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/UBES" title="UBES"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;UBES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;, diz que a afirmação do presidente da Philips foi uma "demonstração clara do preconceito que a elite paulistana tem contra nordestinos."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-8"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Devido à pressão pública, a Assembléia Legislativa do Piauí aprovou um decreto considerando Zottolo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Persona_non_grata" title="Persona non grata"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;persona non grata&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;no estado. O título é apenas simbólico, mas impede que qualquer instituição do poder público no Piauí conceda homenagens a Zottolo. As declarações de Zottolo também repercutiram na Assembléia Legislativa do Ceará. O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_deputados_federais_do_Brasil" title="Lista de deputados federais do Brasil"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;deputado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Tom%C3%A1s_Figueiredo_Filho&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1" title="Tomás Figueiredo Filho (página não existe)"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Tomás Figueiredo Filho&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/PSDB" title="PSDB"&gt;&lt;span style=" text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;PSDB&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;), propôs uma moção de repúdio contra o presidente da Philips. "Somos Estados nordestinos e estamos cansados é dessa discriminação", disse o deputado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;sup&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Movimento_C%C3%ADvico_pelo_Direito_dos_Brasileiros#cite_note-9"&gt;&lt;span style="text-decoration:none;text-underline:nonecolor:windowtext;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: rgb(204, 51, 0); "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="color: rgb(204, 51, 0); "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;26/07/2007&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;18h32&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h1 style="margin-top:0in;text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" font-weight: normal; color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Grupo lança movimento "cansei" do caos aéreo e da corrupção&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" text-transform: uppercase; font-weight: normal; color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  &lt;p style="margin-top:0in;text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;da&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Folha Online&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Várias entidades de representação da sociedade civil se organizaram para lançar um movimento em defesa do direito cívico dos brasileiros. Com o nome "cansei", o movimento visa sensibilizar a sociedade brasileira a protestar contra o caos aéreo e a corrupção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"O propósito dessa articulação é demonstrar a indignação diante de várias questões. É uma sinergia de esforços de profissionais das mais diferentes áreas, todos voluntários, que retratam a indignação dos brasileiros", disse Luiz Flávio Borges D'Urso, presidente da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil) de São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O movimento lança a campanha oficialmente nesta sexta-feira (27) com peças publicitárias que serão veiculadas na TV, rádio e mídia impressa. Os filmes mostrarão pessoas descrevendo situações e fatos que contribuem para a sensação de caos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A campanha também vai pedir para os brasileiros pararem por um minuto no dia 17 de agosto, quando o acidente com o avião da TAM completará um mês.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;"Com o silêncio, a sociedade poderá expressar sua solidariedade e indignação de forma pacífica, equilibrada e organizada", disse D'Urso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify;mso-line-height-alt:15.9pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style=" ;color:black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;No mesmo dia 17 de agosto, as lideranças do movimento vão se reunir no prédio da TAM Express, na zona sul de São Paulo, para participarem de um ato ecumênico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top:4.8pt;margin-right:0in;margin-bottom:6.0pt;margin-left: 0in;text-align:justify;line-height:18.0pt"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;O que está acontecendo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, liderado pela Ordem dos Advogados do Brasil, seção São Paulo, conhecido como Cansei, reuniu na praça da Sé cerca de 2.000 pessoas na sexta-feira, 17 de agosto, para protestar contra “o governo paralelo dos traficantes, presidiários falando ao celular, tantos impostos para nada, tanta impunidade, tanta burocracia, ver crianças nas ruas e não nas escolas, bala perdida, tanta corrupção, medo de parar no sinal e, claro, o caos aéreo”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;A data marcava também o primeiro mês do acidente com o avião da TAM em que morreram 199 pessoas. A idéia dos promotores do protesto era “indignação” e fazer “um minuto de silêncio pelo Brasil”. A manifestação mais parecia um show em praça pública. Havia pelo menos cinqüenta homens, funcionários da empresa de segurança Guarda Patrimonial de São Paulo, trabalhando “de graça” para garantir a “ordem do evento”. Eles próprios improvisaram pistas de acesso exclusivas no calçadão lateral à Catedral da Sé para os promotores do ato. Um potente aparelho de som foi colocado nas laterais do palco de &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="80 metros quadrados" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;80 metros quadrados&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt; armado para a manifestação. Havia também uma ambulância para os primeiros socorros. Quase não se viam policiais militares, sempre presentes nas manifestações públicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;Dezenas de mulheres tratavam da organização, todas de camiseta preta com a palavra Cansei, e distribuíam adesivos do movimento. Pelo celular elas trocavam impressões sobre o que estaria por vir. Todas trabalham na Doria Associados, do empresário João Doria Júnior, do apresentador do programa de entrevistas Show Business, da Rede TV!, organizador de um concurso do cão mais bonito de Campos do Jordão (apresentado por Ana Maria Braga), e dadivoso homem de negócios que presenteia selecionados profissionais de imprensa com telefones celulares de última geração (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;João de Barros, Revista Caros Amigos)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;font-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="PT-BR" style="font-weight: normal; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-size:medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6144bd272d0184a6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v3.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6144bd272d0184a6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329932221%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B34A65AC4E2C4F4C72A9B62F6101553A92C3FA3.5CF80E7547D8B514BA3770B3DCCAC3A09F15777B%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6144bd272d0184a6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Drry_qaEC1yEeZjH8KtFoxmAzOFY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v3.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6144bd272d0184a6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329932221%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5B34A65AC4E2C4F4C72A9B62F6101553A92C3FA3.5CF80E7547D8B514BA3770B3DCCAC3A09F15777B%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6144bd272d0184a6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Drry_qaEC1yEeZjH8KtFoxmAzOFY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-71958416783835678?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=6144bd272d0184a6&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/71958416783835678/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/05/laboratorio-3-e-curso-cansei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/71958416783835678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/71958416783835678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/05/laboratorio-3-e-curso-cansei.html' title='Laboratório 3 e curso - &quot;Cansei&quot;'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S_W3qRDREgI/AAAAAAAAAAs/UPcgbZufFzI/s72-c/glauco1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3423469217559424026</id><published>2010-04-19T16:56:00.001-03:00</published><updated>2010-04-19T16:58:07.452-03:00</updated><title type='text'>Lab. 1 colegial</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"    style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#292526;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="mso-layout-grid-align:none;text-autospace:none"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"    style="Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#292526;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;R E D A Ç Ã O&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:&amp;quot;;font-size:14.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;INSTRUÇÃO: Leia atentamente os seguintes textos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Ex-prisioneiro iraquiano diz que sua honra foi esmagada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Bagdá - Haider Sabbar Abed aponta para a foto de um prisioneiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;nu, com um capuz e as mãos atrás da cabeça. “Este sou&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;eu”, identifica. Abed foi um dos sete prisioneiros iraquianos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;que aparecem em fotos em posições humilhantes. As imagens&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;estão no centro de uma tempestade sobre abusos cometidos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;por guardas dos EUA na prisão Abu Ghraib, de Bagdá. As&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;denúncias de abuso criaram revolta no mundo árabe, irritaram&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;o Congresso dos EUA e fizeram o presidente George W. Bush&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;prometer uma investigação e a eventual punição dos culpados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Mas Abed, 36 anos – olhando para as fotos mostradas em todo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;o mundo – disse hoje que uma investigação não servirá de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;nada para ele. “Vai restaurar minha honra? Minha dignidade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;foi esmagada”, afirmou ele à Associated Press. “Bush disse&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;que (os guardas) serão punidos, mas quem garante? Seriamente,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;você acredita que eles serão?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Nas fotos primeiro mostradas pelo Washington Post e a revista&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;New Yorker, prisioneiros são mostrados nus, com guardas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ridicularizando-os e forçando-os a ficar em posições humilhantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Os presos têm as cabeças cobertas com capuz, mas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Abed se reconheceu nas fotos por tatuagens que tem no corpo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;“Minha mente está afogada com essas memórias ...”, afirmou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Abed diz ter sido preso porque estava de carona num carro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;que foi parado pelos soldados americanos. O motorista, segundo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ele, não tinha documentos. Ambos acabaram detidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;estadao.com.br&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;, 06.05.2004.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Abu Ghraib é aqui&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;SÃO PAULO - Deu na Anistia Internacional, a respeitada organização&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;de defesa dos direitos humanos sediada em Londres:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;as torturas generalizadas nas delegacias e prisões do Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;são comparáveis às praticadas mundo afora na chamada “guerra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ao terror” dos EUA, tão criticada pelo governo brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Eu acho que as torturas aqui são piores. São brasileiros torturando&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;brasileiros na nossa também falida “guerra ao crime”,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;sem que nenhuma autoridade mova uma pedra para efetivamente&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;mudar a situação, sem que a sociedade civil mostre&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;horror diante do conhecido fato, sem que o Congresso brasileiro,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;como ocorre com o dos EUA, investigue a fundo o flagelo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;de pardos, pretos e pobres em nossas jaulas. Mesmo o massacre&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;de 111 detentos no Carandiru, em 1992, passou impune.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Ninguém até hoje cumpriu pena pelas mortes. E o coronel que&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;comandou a operação elegeu-se deputado por São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Pela sua total inoperância no plano interno, o governo Lula&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;projeta na sua política externa todo o seu mofado esquerdismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ideológico, amparado na razoável eficiência do Itamaraty.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Assim, apega-se à sanguinária figura de Fidel, chancela a política&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;de direitos humanos da China e vê nos EUA um inimigo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;político, apesar de o país do norte ser o maior comprador de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;nossos produtos e um dos maiores investidores em nosso país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Minha sugestão é que o melhor que a esquerda ainda tem a&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;oferecer desde a queda do Muro de Berlim, seu humanismo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;seja antes de tudo aplicado aqui mesmo no Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;E que Frei Betto, como assessor especial do presidente Lula,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;que no domingo escreveu artigo nesta Folha denunciando as&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;torturas praticadas por soldados americanos contra iraquianos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;na prisão de Abu Ghraib, visite a delegacia mais próxima e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;faça um outro artigo para denunciar os torturadores daqui.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Talvez suas palavras tenham alguma repercussão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;(Sérgio Malbergier. &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Folha de S.Paulo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;, 27.05.2004.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:8.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Proposição&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:18.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;A tortura a judeus e a pessoas que questionavam a religião&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;católica, durante a Inquisição, a tortura nos campos de&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;concentração nazistas, as torturas a dissidentes ou oposicionistas&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;a regimes ditatoriais ou totalitários no mundo moderno&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;(inclusive durante o regime militar de &lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="64 a" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;64 a&lt;/span&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; 85 no Brasil), a&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;tortura a prisioneiros de guerra no Iraque, a tortura praticada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;“oficialmente” em delegacias de polícia e outros órgãos policiais,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;todos estes procedimentos se identificam pela negação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;dos direitos fundamentais da pessoa humana. Os textos que&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;serviram de base às questões de números &lt;/span&gt;&lt;st1:metricconverter productid="08 a" st="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;08 a&lt;/span&gt;&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; 10, assim como&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;os textos acima, colocam, sob diferentes pontos de vista e em&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;diferentes lugares e contextos históricos, a questão do emprego&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;da tortura por instituições para obter confissões, adesões&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ou, mesmo, para punir pessoas resistentes a determinada religião,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;ideologia ou regime político que se quer impor pela força.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Releia os textos mencionados e, a seguir, faça uma redação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;em &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;prosa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;, de &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;gênero dissertativo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;, sobre o tema abaixo,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;que constitui a transcrição literal do artigo 5.o da Declaração&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;Universal dos Direitos do Homem, aprovada e proclamada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:14.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;de 1948:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="PT-BR"  style="font-size:10.0pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify;mso-layout-grid-align:none; text-autospace:none"&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:&amp;quot;;font-size:16.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;NINGUÉM SERÁ SUBMETIDO A TORTURA NEM A PENAS OU TRATAMENTOS CRUÉIS, DESUMANOS OU DEGRADANTES&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT-BR"   style="font-family:&amp;quot;;font-size:18.0pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3423469217559424026?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3423469217559424026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/04/lab-1-colegial.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3423469217559424026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3423469217559424026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/04/lab-1-colegial.html' title='Lab. 1 colegial'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-742255463524639098</id><published>2010-04-02T19:44:00.004-03:00</published><updated>2010-04-02T19:52:48.749-03:00</updated><title type='text'>Adeus, Lenin</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 12pt; BACKGROUND: white" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Adeus, Lenin!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt; (2003) fez muito sucesso no circuito alternativo e passa-se numa fase muito importante no cenário da política Alemã e Mundial: os prós e contras da queda do Muro de Berlim. Do lado Oriental, os mais novos aceitando e querendo essa globalização, conhecendo os prazeres do consumismo jovem e a liberdade para assuntos; os mais velhos, mais conservadores contra essa mistura, alguns por seu comodismo, outros por ainda acreditarem nos ideais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;deste filme &lt;b&gt;Wolfganger Becker&lt;/b&gt;, em seu primeiro filme como diretor, ''&lt;b&gt;Borboletas'&lt;/b&gt;', de 1987, ganhou o &lt;b&gt;Leopardo de Ouro&lt;/b&gt; no &lt;b&gt;Festival de Locarno&lt;/b&gt;, responsável também pelos trabalhos "&lt;b&gt;A Vida é um Canteiro de Obras&lt;/b&gt;" (1997) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;''&lt;b&gt;Bem-Vindo a São Paulo&lt;/b&gt;'', filme coletivo dedicado a &lt;b&gt;Abbas Kiarostami&lt;/b&gt; e&lt;b&gt; &lt;/b&gt;também para comemorar os 450 anos da cidade de São Paulo, foi apresentado na &lt;b&gt;28ª Mostra de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;O filme "&lt;b&gt;Adeus, Lenin!&lt;/b&gt;" recebeu os seguintes prêmios:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;- o &lt;b&gt;Goya&lt;/b&gt; na categoria de Melhor Filme Europeu.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;- 6 prêmios no &lt;b&gt;European Film Awards&lt;/b&gt;, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Daniel Brühl), Melhor Roteiro, Melhor Diretor - Prêmio do Público, Melhor Ator - Prêmio do Pùblico (Daniel Brühl) e Melhor Atriz - Prêmio do Público (Katrin Sab). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;- o prêmio Blue Angel, no &lt;b&gt;Festival de Berlim&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; BACKGROUND: white" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" stroked="f" filled="f" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t"&gt;&lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;v:formulas&gt;&lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:formulas&gt;&lt;v:path gradientshapeok="t" extrusionok="f" connecttype="rect"&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;o:lock aspectratio="t" ext="edit"&gt;&lt;/o:lock&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:Arial;color:#336666;" lang="EN-US"  &gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Adeus, Lenin!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:Arial;color:black;" lang="EN-US"  &gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:Arial;color:black;" lang="EN-US"  &gt;(Good Bye, Lenin!)&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-ansi-language: EN-US;font-family:Arial;color:black;" lang="EN-US"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Produção: Alemanha - 2003&lt;br /&gt;Gênero: Comédia, Drama&lt;br /&gt;Duração: 121 min.&lt;br /&gt;Classificação: 14 anos&lt;br /&gt;Distribuidora: Imagem, Sony&lt;br /&gt;Direção: Wolfganger Becker&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Elenco:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Daniel Brühl,Katrin Sab, Chulpan Khamatova, Maria Simon, Florian Lukas, Alexander Beyer, Burghart Klaußner, Michael Gwisdek, Christine Schorn, Jürgen Holtz, Jochen Stern, Stefan Walz, Eberhard Kirchberg, Hans-Uwe Bauer, Nico Ledermüller&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Site Oficial:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt; &lt;a href="http://www.good-bye-lenin.de/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#398bce;"&gt;www.good-bye-lenin.de&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Sinopse: O filme mais assistido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e premiado em diversos festivais, &lt;b&gt;Adeus Lenin! &lt;/b&gt;conta, com muito humor, a história de uma família que vive durante a queda do muro de Berlim (1989), na Alemanha Oriental. Alexander (Daniel Brühl) é um filho dedicado que tem sua mãe, Sra. Kerner (Katrin Sab), em coma quando ela presencia o filho protestar contra o regime político e ser preso pela polícia pouco antes da queda do muro de Berlim. Ela acorda em sua cidade, Berlim Oriental, que está sensivelmente modificada, depois de oito meses muito debilitada, sem poder sofrer qualquer emoção. Seu filho Alexander, temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Desesperado e igualmente criativo, ele faz de tudo para esconder a situação do país de sua mãe. Entre suas peripécias, conta com a ajuda da irmã, dos vizinhos e até de um editor de vídeos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;Segue o link para o trailer do filme, mas infelizmente não encontramos em português.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=i7EB47ENNV0"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=i7EB47ENNV0&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-742255463524639098?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/742255463524639098/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/04/adeus-lenin.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/742255463524639098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/742255463524639098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/04/adeus-lenin.html' title='Adeus, Lenin'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-8058907049748944806</id><published>2010-04-02T19:18:00.006-03:00</published><updated>2010-04-02T19:38:04.096-03:00</updated><title type='text'>Democracia - 3º col. e Curso</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7Zv1w5FtAI/AAAAAAAAAAc/W2km9QEmX3k/s1600/imagem3.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 361px; DISPLAY: block; HEIGHT: 353px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455670968054035458" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7Zv1w5FtAI/AAAAAAAAAAc/W2km9QEmX3k/s320/imagem3.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7ZvMXyC-2I/AAAAAAAAAAU/ZYmZBRaoKjY/s1600/imagem2.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 318px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455670256938974050" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7ZvMXyC-2I/AAAAAAAAAAU/ZYmZBRaoKjY/s320/imagem2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7ZuSpbSd-I/AAAAAAAAAAM/aL2k5P_1yEY/s1600/imagem.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5455669265242945506" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7ZuSpbSd-I/AAAAAAAAAAM/aL2k5P_1yEY/s320/imagem.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;A Democracia é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos — forma mais usual. Uma democracia pode existir num sistema presidencialista ou parlamentarista, republicano ou monárquico”.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Modificar (Dead fish)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';" &gt;E então veio 1985 e o sonho por liberdade voltou.&lt;br /&gt;E por todas as ruas o povo gritava louco por Diretas já.&lt;br /&gt;Já era hora se fez o tempo, aqueles tempos foram escuros demais.&lt;br /&gt;Toda a esperança vinha das ruas e não havia como perder.&lt;br /&gt;Mas desta vez fomos logrados&lt;br /&gt;por um colégio eleitoral,&lt;br /&gt;transição segura fria e lenta&lt;br /&gt;para os que estavam no poder.&lt;br /&gt;E nosso sonho por saúde e educação&lt;br /&gt;se foi&lt;br /&gt;largado pra depois.&lt;br /&gt;E os militares que esperávamos que um dia iriam pagar&lt;br /&gt;continuam no poder.&lt;br /&gt;Então veio 88,&lt;br /&gt;foi determinado agora sim poderíamos votar/escolher.&lt;br /&gt;Mas um ano depois percebemos o quão estávamos enfraquecidos.&lt;br /&gt;Corações e mentes agora guiados (ordenados) por uma tela de TV.&lt;br /&gt;Nossa vontade já não existia pois agíamos como zumbis.&lt;br /&gt;Pagamos caro pela ilusão,&lt;br /&gt;o moderninho nos enganou.&lt;br /&gt;E enquanto retia nossa poupança&lt;br /&gt;roubava mais que os ladrões.&lt;br /&gt;E nosso sonho por um dia sermos iguais&lt;br /&gt;se foi,&lt;br /&gt;foi deixado pra depois.&lt;br /&gt;E os corruptos que esperávamos que um dia iriam pagar&lt;br /&gt;acabavam de se eleger.&lt;br /&gt;Quando vieram os anos 90&lt;br /&gt;e o caos e o cinza tomou conta de tudo.&lt;br /&gt;Salvadores de pátria agora não iriam mais ajudar.&lt;br /&gt;Não há mais culpados nem inocentes, agora todos irão pagar.&lt;br /&gt;Mas na guerra sublimada aleijados e analfabetos ainda tentam modificar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';" &gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';" &gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: Calibri; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-no-proof: yes; mso-bidi-: PT-BRfont-family:'Times New Roman';" &gt;&lt;?xml:namespace prefix = v ns = "urn:schemas-microsoft-com:vml" /&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" stroked="f" filled="f" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" coordsize="21600,21600" spt="75" preferrelative="t"&gt;&lt;v:stroke joinstyle="miter"&gt;&lt;/v:stroke&gt;&lt;v:formulas&gt;&lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 1 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @2 1 2"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @0 0 1"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @6 1 2"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"&gt;&lt;/v:f&gt;&lt;/v:formulas&gt;&lt;v:path gradientshapeok="t" extrusionok="f" connecttype="rect"&gt;&lt;/v:path&gt;&lt;o:lock aspectratio="t" ext="edit"&gt;&lt;/o:lock&gt;&lt;/v:shapetype&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;“Do ponto de vista da ambientação histórica, o enfrentamento pela democratização da gestão educacional e conseqüente participação da comunidade nos espaços de decisão e planejamento da escola, tanto no Ensino Médio, como no Ensino Fundamental origina-se com a luta pela abertura da sociedade brasileira no final dos anos 70 e ao curso de toda década de 80. Constituísse, hoje, como uma referência sócio-histórica dos movimentos sociais contra-hegemônicos que representam os professores, os estudantes e as bases populares.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;Neste contexto, verificava-se um amplo processo de mobilização nacional. A expressividade das greves de 1978 e 79 das mais diversas categorias, em especial, a dos metalúrgicos da região do ABC paulista anunciava que a ordem de dominação autoritária chegava ao limite do que a população podia suportar. A luta, que inicialmente, tinha um forte apelo econômico, em torno da tensão capital &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman,Italic;"&gt;versus &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;trabalho se constituiu, sem dúvida, como o instrumento alicerce em prol da democratização da sociedade brasileira. A organização dos trabalhadores para construção do movimento repercute favoravelmente na formação de uma consciência política rebelde que não mais aceitará os ditames da ordem social estabelecida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Não pretendo ressuscitar uma abordagem economicista clássica filiada ao paradigma do conflito para entender os embates políticos travados durante o Regime Militar. Seria uma simplificação grosseira da trama histórica. Nesta linha, não conseguiríamos abraçar a repercussão que a organização social teve na escola, objeto central dessa discussão. É sabido que o movimento por uma gestão escolar democrática não passa exclusivamente por um viés econômico. Busca-se uma escola que vise à inclusão do sujeito no mundo do trabalho, mas que também, seja um espaço de formação integral do cidadão. Então, o embate econômico-corporativo é o passo inicial que se explicita para consciência cidadã do povo brasileiro nesta conjuntura.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;(Dissertação de mestrado Universidade Federal da Bahia)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:TimesNewRoman;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="COLOR: black"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Na política houve um grande acontecimento encerrando a década, a primeira eleição direta para presidente da republica apos de mais de 20 anos. Isto foi lindo com a democracia de volta, embora quem venceu não convenceu. Foi a vitória dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;despolitizados&lt;em&gt; e da televisão&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman; FONT-SIZE: 12pt; mso-bidi-font-family: TimesNewRoman"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 5pt 48.95pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Marx afirma, na &lt;i&gt;Crítica da filosofia do direito de Hegel&lt;/i&gt;, que "a democracia é o enigma resolvido de toda constituição" (Marx, 1992a [1843], p. 87). Mais do que conceber a democracia como um enigma, Marx a concebe como um "enigma resolvido" (&lt;i&gt;aufgelöste Rätsel&lt;/i&gt;). Um enigma resolvido é aquele que se sabe ser a solução do próprio problema para o qual aponta. Trata-se de um conceito que contém em si simultaneamente um enigma e a solução capaz de decifrá-lo. Na qualidade de enigma resolvido de toda constituição, a democracia marxiana apresenta-se como resposta para os problemas levantados pelas formas políticas. O principal destes problemas, de acordo com Marx, diz respeito à contradição entre o Estado e a sociedade civil. É este, afinal, o enigma da modernidade política, que o mais astuto dos discípulos de Hegel soube logo cedo diagnosticar. Ao romper com seu mestre e recusar à política qualquer forma de mediação, Marx faz de seu conceito de verdadeira democracia (&lt;i&gt;wahre Demokratie&lt;/i&gt;) a resolução do enigma colocado pelo Estado moderno. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 5pt 48.95pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Isso explica por que "na democracia o Estado abstrato deixa de ser o momento governante" (&lt;i&gt;Idem&lt;/i&gt;, p. 89). Quando a democracia atinge a sua verdade, ela supera a si mesma, encontrando sua real expressão no processo de desvanecimento do Estado e da sociedade civil – única solução possível para dois extremos reais que, como tais, não admitem mediação. Com a superação (&lt;i&gt;Aufhebung&lt;/i&gt;) destes, o político encontra-se definitivamente com o social, e nenhuma relação de subordinação ou dependência passa a ser possível entre uma e outra esfera. No entanto, a realização da democracia foi modernamente concebida na forma de um "Estado democrático": uma aliança impertinente entre dois termos inconciliáveis, afinal "todas as formas de Estado têm a democracia como sua verdade e por esta razão elas são falsas, na medida em que não são a democracia" (&lt;i&gt;Idem, ibidem&lt;/i&gt;).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 5pt 48.95pt"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;O Estado que desvanece com a verdadeira democracia consiste na forma ilusória daquela que deve ser a comunidade política real (&lt;i&gt;wirklich Gemeinschaft&lt;/i&gt;), ou seja, ele é um produto da alienação política. As "falsas democracias", ou as democracias que não são verdadeiras, necessariamente coincidem com uma forma de Estado, seja ela aristocrática, monárquica ou republicana. A verdadeira democracia, por sua vez, não se identifica com nenhuma dessas formas e, ao contrário, se insurge em oposição a elas. A concepção de democracia de Marx é concomitantemente uma democracia para além do Estado (Avineri, 1968, p. 38) e contra o Estado (Abensour, 1998 [1997]) e, nesse sentido, ela rejeita todas as formas políticas que acompanham a moderna idéia de Estado. Por isso, o principal pressuposto do pensamento político de Marx é justamente o de que a contradição entre o Estado e a sociedade civil deve ser superada para que, então, se possa encontrar o verdadeiro significado da democracia. E isso implica pensar a política para além do Estado; ou melhor, isso implica conceber uma outra forma de organização política que possa servir de lugar à democracia. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Não estamos falando sobre a democracia &lt;i&gt;real&lt;/i&gt; que a Europa inteira apressa-se em adotar e que consiste em uma democracia bastante especial, diferente de todas as democracias anteriores. Estamos falando sobre uma democracia bastante diferente que representa o meio-termo entre as democracias grega, romana, americana e francesa; em resumo, estamos falando sobre o &lt;i&gt;conceito&lt;/i&gt; de democracia. Não estamos falando sobre as &lt;i&gt;coisas &lt;/i&gt;que pertencem ao século XIX, e que são ruins e efêmeras, mas sobre categorias que são eternas e que existiam antes de "as montanhas serem sido criadas". Em suma, não estamos discutindo aquilo sobre o que se tem falado, mas uma coisa bastante diferente (Engels, 1845, p. 3).&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Confira os links para os vídeos apresentados no laboratório:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=m1nePkQAM4w"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=m1nePkQAM4w&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=pW65n-KdirE"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=pW65n-KdirE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hNh_4SoTYhs"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=hNh_4SoTYhs&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=tVAPdnN0VxU"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=tVAPdnN0VxU&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=7KHza2R-C-E"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7KHza2R-C-E&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; LINE-HEIGHT: normal; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-layout-grid-align: none" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="FONT-FAMILY: TimesNewRoman;font-family:TimesNewRoman;" &gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nzbNh0sHt4o"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=nzbNh0sHt4o&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-8058907049748944806?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/8058907049748944806/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/04/democracia-3-col-e-curso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8058907049748944806'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8058907049748944806'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2010/04/democracia-3-col-e-curso.html' title='Democracia - 3º col. e Curso'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dj0RM_SRSOY/S7Zv1w5FtAI/AAAAAAAAAAc/W2km9QEmX3k/s72-c/imagem3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-5642000729287479343</id><published>2009-10-02T16:59:00.000-03:00</published><updated>2009-10-02T17:00:34.150-03:00</updated><title type='text'>Introdução: 1º Colegial</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A INTRODUÇÃO NA DISSETAÇÃO: COMO COMEÇAR O TEXTO?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A introdução da dissertação traz ao leitor o tema a ser discutido além de, muitas vezes, trazer sob qual ângulo a questão será discutida. Dessa forma, é ela quem provoca no leitor o primeiro impacto, é ela a apresentação de seu texto e, portanto deve ser muito bem trabalhada, o que não é tão difícil, pois há várias boas maneiras de começar uma dissertação.&lt;br /&gt;Lembre-se: Antes de se fazer a introdução é preciso pensar em um projeto de texto.&lt;br /&gt;Veja alguns exemplos de introdução, considerando o tema: “A situação das crianças no Brasil”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Roteiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muito se discute, atualmente, sobre as constantes agressões à crianças. Para se analisar a questão da violência contra o menor no Brasil é essencial que se discutam suas causas e suas conseqüências.&lt;br /&gt;Neste tipo de introdução, é preciso manter-se atento para seguir o roteiro citado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Perguntas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É possível imaginar o Brasil como um pais desenvolvido e com justiça social enquanto existir tanta violência contra o menor?&lt;br /&gt;Deve-se responder a pergunta, apresentando a tese&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alusão Histórica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Às crianças nunca foi dada a importância devida. Em Canudos e em Palmares não foram poupadas. Na Candelária ou na praça da Sé continuam não sendo.&lt;br /&gt;A citação não deve ser muito longa para não desviar o foco do texto, e deve-se tomar o cuidado de se escolher fatos históricos conhecidos e significativos para o desenvolvimento que se pretende dar ao texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Definição&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Menor: o mais pequeno, de segundo plano, inferior, aquele que não atingiu a maioridade. O uso da palavra “menor” para se referir às crianças no Brasil já demonstra como são tratadas: em segundo plano.&lt;br /&gt; Vale perceber que há, muitas vezes, mais de uma maneira de se definir algo e, portanto a escolha da definição mais adequada dependera do ponto de vista a ser defendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Contestação&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Brasil é o país do futuro. A criança é o futuro do país. Ora, se a criança no Brasil passa fome, é submetida às mais diversas formas de violência física, não tem escola, nem saúde, como pode ser esse o pais do futuro? Ou será que a criança não é o futuro do país?&lt;br /&gt;Repare como esse tipo de introdução pode ser bastante atraente, uma vez que desfazer clichês atrai mais a atenção do que usá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Narração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sentar numa frigideira com óleo quente foi o castigo imposto ao pequeno D., de um ano e meio, pelo pai, alcoólatra. Temendo ser preso, ele levou a criança a um hospital uma semana depois. A mulher, também vitima de espancamentos, o denunciou à polícia. O agressor fugiu.&lt;br /&gt;Atenção! Ao fazer este tipo de introdução é preciso cuidado para não cometer o erro de contar um fato sem relevância, ou transformar toda sua dissertação em uma narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estatística&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quarenta mil crianças morreram hoje no mundo, vítimas de doenças comuns combinadas com a desnutrição. Para cada criança que morreu hoje, muitas outras vivem com a saúde debilitada. Entre os sobreviventes, metade nunca colocará os pés em uma sala de aula. Isso não é uma catástrofe futura. Isso aconteceu ontem, está acontecendo hoje. E irá acontecer amanhã, exceto se o mundo decidir proteger suas crianças.&lt;br /&gt;Veja que o dado estatístico, muitas vezes, não diz nada por si só. E necessário que ele apareça acompanhado de uma análise criteriosa.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-5642000729287479343?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/5642000729287479343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/10/introducao-1-colegial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/5642000729287479343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/5642000729287479343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/10/introducao-1-colegial.html' title='Introdução: 1º Colegial'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3326794828359014358</id><published>2009-09-25T15:55:00.003-03:00</published><updated>2009-10-02T17:02:10.210-03:00</updated><title type='text'>IMPESSOALIDADE -  1º e 2º Col.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;A impessoalidade nos textos dissertativos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;(Associação de Ensino Guararapes )&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Todo texto independentemente do gênero textual a que pertence, pode trazer marcas de pessoalidade ou impessoalidade. Quando o autor se apresenta de modo evidente, manifestando-s como locutor, dizemos que o texto é pessoal. Quando há um esforço da parte do autor em se distanciar do assunto abordado, tratando objetivamente dos fatos, dizemos que o texto é impessoal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Em textos científicos e argumentativos, como a crítica, o editorial, a dissertação, quase se procura escrever com impessoalidade, pois essa característica confere maior credibilidade ao texto, como se ele contivesse verdades universais e indiscutíveis . O texto com marcas de pessoalidade, ao contrário, tende a ser considerado subjetivo e, portanto, menos confiável quanto ao ponto de vista que defende.Leia este excerto de texto argumentativo, que discute a obrigatoriedade do uso de uniforme nas escolas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;“Sempre defendi a idéia de que nossos alunos não devem usar uniforme. Acho que, se a sociedade em que vivemos é marcada pelas diferenças, é natural, pelo menos do meu ponto de vista, que na escola essas diferenças apareçam nas roupas, nos penteados. No meu modo de ver, a democracia está nas pequenas coisas do dia-a-dia; nas discussões que tenho com meus filhos em casa, nas decisões que eu tenho de tomar com minha mulher, e está também na liberdade de escolha de meus filhos quanto à roupa que lês vão usar para ir à escola.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Nesse excerto, há várias marcas de pessoalidade do discurso, Seja no emprego da 1.ª pessoa e verbos e pronomes (defendi, nossos, vivemos, tenho, meus, eu tenho, minha), seja em expressões, como: Acho que, do meu ponto de vista, No meu modo de ver, é visível o interesse do locutor em relatar a sua visão sobre o assunto, a partir de sua experiência. Trata-se, portanto, de uma visão subjetiva.Compare o excerto lido com este outro, sobre o mesmo assunto:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;“Na década de 60, os nossos alunos utilizavam uniforme. Nessa época a escola passou por grandes alterações. Novos métodos de ensino foram implantados. Conceitos como consciência crítica e social, criatividade e respeito a valores comunitários tornaram-se vivos na prática da escola. Optou-se, tam¬bém, pela não-utilização do uniforme. A prática peda¬gógica da escola tem sido construída ao longo do tempo: educandos e educadores são os principais agentes dessa construção. Regras e normas são elabo¬radas e devem refletir a necessidade do grupo, ou seja, estar a serviço desse mesmo grupo. A utilização do uniforme deveria proporcionar benefícios significativos à comunidade escolar.”&lt;br /&gt;(Eduardo Roberto da Silva. Pais &amp;amp; Teens, nov./dez./jan. 1997.)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Observe que, em quase todo o texto, o autor trata do tema de forma distanciada. Sua presença é sentida mais diretamente apenas no emprego da expressão “nossos alunos”. No restante do texto, há uma série de mecanismos lingüísticos que tornam a linguagem impessoal. Veja estes trechos:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;1º - “Nessa época a escola passou por grandes alterações. Novos métodos de ensino foram implantados.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;2.º “Conceitos como consciência crítica e social, criatividade e respeito a valores comunitá¬rios tornaram-se vivos na prática da escola.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;3.º - “Optou-se, também, pela não-utilização do uniforme.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;4.º - “Regras e normas são elaboradas e devem refletir a necessidade do grupo, ou seja, estar a serviço desse mesmo grupo.”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Perceba que, no 1.º trecho, o autor afirma que a escola passou por grandes alterações. É eviden¬te que ele se refere à instituição como um todo, o que inclui as pessoas, isto é, os profissionais da educação. Em seguida, afirma que “novos métodos foram implantados”. Quem teria implantado esses métodos?No 2.º trecho, “consciência crítica e social, criatividade e respeito a valores comunitários tornaram-se vivos” para quem? No 3.º, quem teria optado pela não-utilização do uniforme? Os diretores de esco¬la, os pais, os professores, os alunos? No 4.º, as regras e normas escolares foram elaboradas por quem?Como se vê, o autor do 2.º excerto busca conscientemente a impessoalização do texto. Isso o torna mais objetivo e as idéias defendidas ganham maior credibilidade junto ao leitor.Assim, se desejamos conferir maior impessoalidade e objetividade aos nossos textos, devemos substituir expressões como: Eu acho, Na minha opinião, No meu modo de ver, Do meu ponto de vista, etc. por outras como: Convém observar, É bom lembrar, É preciso considerar, Não se pode esquecer, É indispensável, É importante, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Do livro Português: LinguagensWilliam Roberto Cereja e Thereza Cochar MagalhãesAtual Editora&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3326794828359014358?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3326794828359014358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/impessoalidade-1-col.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3326794828359014358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3326794828359014358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/impessoalidade-1-col.html' title='IMPESSOALIDADE -  1º e 2º Col.'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-1138991546205272268</id><published>2009-09-17T18:01:00.002-03:00</published><updated>2009-09-17T18:03:55.272-03:00</updated><title type='text'>O valor da informação - 3 col. e curso</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=jLjXvSVKdAw&amp;amp;feature=related" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=jLjXvSVKdAw&amp;amp;feature=related&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yRZUrE-16Ys" target="_blank"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=yRZUrE-16Ys&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Assinantes determinam o valor do EstadãoEm um desdobramento da campanha "Qual o Valor do Conhecimento?", criada pela Y&amp;amp;R, jornal lança uma ação na qual oferece um plano de assinatura em que o leitor escolhe quanto quer pagarOs assinantes do jornal O Estado de S.Paulo receberam dois convites incomuns na edição desta quinta-feira, 18 de junho. Para explorar o mote de sua nova campanha,"Qual é o valor do conhecimento", o veículo usou a estratégia de oferecer aos leitores a chance deles próprios estabeleceram o valor da informação que recebem.Em um desdobramento da ação criada pela Young&amp;amp;Rubican - que marcou o primeiro trabalho da agência desde a conquista da conta, no último mês de maio - o jornal lançou um novo plano de assinaturas no qual o próprio leitor decide quanto pagar para receber, diariamente, o exemplar do Estadão em sua casa durante um mês. Em um anúncio de uma página, o jornal traz a frase "Hoje é você quem decide quanto vai pagar pela assinatura do Estadão" e explica o regulamento da promoção.A ação vale para todos aqueles que aderirem ao plano de assinatura semestral do jornal até o dia 31 de julho. Somente o valor pago no primeiro mês fica a critério do leitor. A estratégia da agência é, de uma maneira prática, ressaltar a qualidade do seu conteúdo jornalístico e mostrar que uma informação bem apurada e embasada possui um valor diferenciado.Além da liberdade no pagamento da assinatura, o jornal também trouxe uma outra ação em sua edição desta quinta-feira, 18. Em uma sobrecapa, o veículo publicou um encarte, com duas entradas para o Museu de Arte de São Paulo (Masp), acompanhadas da mensagem "Você vai dar sua opinião dizendo quanto você acha que vale visitar o Masp". A ideia é fazer com que os leitores recortem os cupons e visitem o museu, pagando a quantia que desejarem na bilheteria. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGs1Nzil2I/AAAAAAAACEA/AM4_eyWhrEk/s1600-h/d4106eu0.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Nos últimos tempos, a informação vem sendo consolidada como o bem mais valioso da sociedade.Com o grande avanço tecnológico, científico e a forte participação popular, a produção de informações e o processamento de idéias ganharam uma velocidade incrível, demandando dos meios de comunicação e da comunidade científica um controle bem mais complexo.Em um tempo que, praticamente, para cada problema existe uma solução, que os conceitos de diferentes áreas se confundem e que a velocidade da comunicação atingiu níveis quase instantâneos, ter o mínimo de conhecimento pode ser considerado questão de sobrevivência.Já podendo ser vista como sinônimo de maturidade, como a informação foi tratada durante o progresso da comunicação? Será que podemos dizer que os meios de comunicação possibilitaram que a sociedade participasse mais efetivamente no debate do conhecimento?Na &lt;a href="http://quintalvirtual.blogspot.com/2008/03/o-valor-da-informao-parte-i-princpios.html"&gt;primeira parte&lt;/a&gt; mostrei as diferentes formas de expressão, como a informação é gerada, transmitida e recebida. A partir desses princípios básicos, podemos começar a compreender a evolução e seu valor durante a história da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução dos meios de comunicaçãoAntes de qualquer coisa, gostaria de me desculpar com os profissionais de comunicação e deixar claro que não tenho a pretensão de entrar em detalhes ou distorcer a história da profissão. Meu objetivo é, de uma forma mais objetiva possível, refletir como que a informação foi vista pela sociedade a medida que a tecnologia avançava e como isso contribui, de alguma forma, com o nosso comportamento nos dias de hoje.&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGtId8SJAI/AAAAAAAACEI/rhDN0RUWVjs/s1600-h/evolucao.gif"&gt;&lt;/a&gt;Na &lt;a href="http://quintalvirtual.blogspot.com/2008/03/o-valor-da-informao-parte-i-princpios.html"&gt;parte anterior&lt;/a&gt; "imaginei" como seriam dois homens da caverna esboçando sua primeira "comunicação". Nessa época, face a vida primitiva e solitária, não haveria necessidade de uma expressão bem definida. A comunicação era feita basicamente através de gestos, gritos e rabiscos. Isso, inevitavelmente, causava conflitos quando uma compreensão mútua não se fazia possível.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGvh89V9-I/AAAAAAAACEQ/m5KToCpKKBs/s1600-h/homem_cavernas.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Por algum motivo, fez-se necessário alguma organização. Com o tempo, os berros individuais foram dando lugar a expressões padronizadas e entendidas por toda a comunidade. Vivendo em harmonia, o homem foi deixando de ser nômade e começou a estabelecer moradia que o fornecesse condições básicas de sobrevivência.Nessa altura, ficar de fora dos padrões seria como não ser aceito. Os ensinamentos seguiam entre gerações a partir dos mais velhos e cansados. Todas as informações de uma geração eram compartilhadas aos mais jovens, inexperientes e ansiosos, criando gerações cada vez mais preparadas para os desafios daquela época.&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGwTQUzteI/AAAAAAAACEY/kXJ-sqaOPFQ/s1600-h/escrita.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Porém, o processamento e armazenamento das informações se mostraram bastante limitados. O erro aprendido poderia ser perdido com o tempo, pondo em risco toda a comunidade. Naquela época, a falta de experiência os deixavam vulneráveis e qualquer descuido poderia pôr todos em risco.Para um melhor controle do aprendizado, a evolução da escrita foi fundamental. Como transmitir uma mensagem a distância no espaço e no tempo? Como garantir o registro da sociedade na história? Só a escrita seria capaz de garantir que o conhecimento atravessasse gerações com mais segurança. Uma verdadeira biblioteca, fonte de conhecimento.Com a gradativa evolução da escrita, nasceu, mesmo com gravações em tábuas de pedra, a "imprensa" como a melhor alternativa de divulgação em massa das informações da alta sociedade. O advento do papel e da tinta foram primordiais para sua evolução.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGxLZkZ3wI/AAAAAAAACEo/RfnU1F4ojb8/s1600-h/agricultura.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A evolução que se seguiu dos meios de comunicação e da sociedade propiciou o surgimento da ciência, agricultura, dos correios, do mercado, esporte, da saúde e de inúmeras outras práticas "organizadas" que ainda convivem conosco.Com o grande crescimento das comunidades, a complexidade das guerras e das atividades sociais, era necessário uma comunicação que oferecesse mais segurança e agilidade. O advento dos pulsos elétricos foi primordial para solucionar essa demanda. Assim, surgiram os primeiros comunicadores.Deixando de lado práticas como sinais de fumaça, refletores de luz, o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_Morse"&gt;código morse&lt;/a&gt; foi bastante difundido pelo telégrafo elétrico. A informação viaja pelas trincheiras de forma instantânea e somente quem entendesse os códigos seriam capazes de interceptar a comunicação. Logo se mostrou ineficaz, mas pode servir de base para outros equipamentos mais sofisticados.&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGxh0mg3II/AAAAAAAACEw/pZEF1WmZTHo/s1600-h/morse_telegraph_key.jpg"&gt;&lt;/a&gt;A partir de uma evolução natural e utilizando o mesmo recurso foi que surgiu o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone"&gt;telefone&lt;/a&gt;. A comunicação entre as pessoas começava a se tornar mais dinâmica e "segura". Mesmo se fazendo necessário de grandes investimentos e estruturas complexas, o ganho com a tecnologia era incalculável. Não pode ser considerado como um gerador de informações, mas é fundamental em sua circulação. Sem dúvidas, pode ser considerada como uma das grandes invenções do século XIX.Pouco tempo depois, ondas eletromagnéticas viajavam pelo ar e eram transformadas em ondas sonoras, sinais digitais ou analógicos. O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%A1dio_%28comunica%C3%A7%C3%A3o%29"&gt;rádio&lt;/a&gt; foi o terceiro equipamento capaz de oferecer o receptor de forma popular. Assim, as informações podiam chegar a milhares de pessoas simultaneamente. Devido aos custos de implantação e manutenção, o transmissor ficava a cargo de grandes corporações e governos.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGxuF9Wc8I/AAAAAAAACE4/OepFD5Whsfs/s1600-h/televisao-17.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Fazendo uso da mesma tecnologia, a &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o"&gt;televisão&lt;/a&gt; transforma as ondas eletromagnéticas não apenas em som, mas também em imagens. Enquanto o rádio trouxe informações sobre as guerras as casas das famílias dos soldados, a televisão reuniu famílias inteiras na sala, atentas para enxergar o mundo que, antes, eram frutos apenas da imaginação. O mundo todo poderia ser visto por um tubo de vidro, dentro da sua casa.Com tantas opções disponíveis, a informação passou a circular com mais velocidade e atingir regiões cada vez mais isoladas dos centros urbanos. O desenvolvimento dessas tecnologias propiciou uma forte inclusão social. Cada vez mais pessoas começavam a enxergar os acontecimentos do mundo.Até aqui, a sociedade agia meramente como expectador e não tinha meios de participar da geração de informações, a não ser que trabalhasse com os meios de comunicação ou fosse cientista. Mas, logo surgiria uma forme de comunicação que seria capaz de convergir todas mudaria essa relação para sempre.A internet e a mudança na nossa postura&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGyEcAQdFI/AAAAAAAACFA/-Q_AiJLQfE4/s1600-h/INTERNET.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Finalmente, o Computador Pessoal (PC) e seu recurso multimídia, nos brindou com a internet, uma rede de comunicação entre computadores do mundo todo, usando a linha telefônica já instituída. Com uma forte convergência de mídias, a comunicação entre os computadores tornou o fluxo de informação ainda mais dinâmico e globalizado.Nos últimos anos, presenciamos uma profunda evolução da computação e da internet, sendo capaz de assumirmos, de forma clara, o controle do transmissor pela primeira vez na história. Mesmo com algumas limitações e riscos, que será melhor abordado na próxima parte, a sociedade começa a ganhar espaço nos meios de comunicação, sendo capaz de participar do processo de ponta a ponta. Cada vez mais pessoas começavam a participar do evolução do mundo.A era da informação&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGyPCkpHAI/AAAAAAAACFI/pHRxG46LYS0/s1600-h/pensador-rodin-ultimate.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Acompanhamos uma profunda transformação na sociedade, principalmente, na forma de pensar. Contudo, perceba que a informação sempre foi determinante no desenvolvimento da sociedade. A capacidade e a maturidade de um povo sempre esteve intimamente ligado ao nível de informação agregada.O que nos difere das civilizações antigas no tratamento da informação não está em sua importância, mas na nossa capacidade de geração, processamento, armazenagem e transmissão. Hoje, o conhecimento não é monopólio dos poderosos e está disponível a sociedade como um todo.Enquanto antigamente a posição social e profissional de uma pessoa já estava definida antes mesmo do seu nascimento e o conhecimento acumulado apenas definia quão bom seria naquilo que a vida o destinou, hoje, o futuro será determinado de acordo com a informação absorvida.&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_jeT4meL5z1I/SOGyY7BGqDI/AAAAAAAACFQ/TnAyy6Zmtow/s1600-h/pensador_moderno.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Atualmente, o que define a maturidade de um profissional é a quantidade de conhecimento que ele foi capaz de reunir durante toda a sua formação. Além disso, quando esse atinge um nível que o possibilita processar e gerar novas informações, se faz reconhecido e valorizado pela sociedade.Por outro lado, alguns analistas andam preocupados com a forte exclusão digital e a falta de instruções aos mais jovens quanto ao "bom" uso das tecnologias. Afirmam que, com o tempo, poderá haver um grande abismo entre indivíduos bem informados, e, outros, totalmente excluídos e deficientes de informação.Mais uma vez, a melhor solução para uma era chamada de "da informação" é fazer da escola o berço de todo o conhecimento e oferecer aos "&lt;a href="http://quintalvirtual.blogspot.com/2008/09/tecnologia-e-infncia-parte-i.html"&gt;adultos em formação&lt;/a&gt;" as condições necessárias de participarem da sociedade com dignidade e respeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="mei"&gt;&lt;/a&gt;Os Meios de Comunicação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, os meios de comunicação são os responsáveis por dividir a programação em público (e seu respectivo poder aquisitivo) e horários, o que está intimamente ligado aos patrocinadores, que financiam tal programação através do intervalo comercial: ou seja, o conteúdo, a forma e o horário do programa são nada além de uma marca do patrocinador, mera imagem de sua empresa. O vínculo entre a verba oferecida pelos patrocinadores às emissoras de rádio e televisão é tão alto que tudo o que se noticia deve estar de acordo com o que agrada aos financiadores: assim, o direito à informação (que, em teoria, seria independente e imparcial) desaparece, dissipa-se. A desinformação atua por:&lt;br /&gt;Falta de referência espacial (o espaço real é substituído pelo virtual, onde São Paulo, China, São Carlos e a Europa parecem igualmente próximos e, ao mesmo tempo, identicamente distantes);&lt;br /&gt;Ausência de referência temporal (sem continuidade no tempo, causa ou conseqüências).&lt;br /&gt;A substituição do mundo real por um mundo virtual, composto de retalhos e fragmentos da realidade, sem âncoras no espaço e no tempo. Esta inversão entre realidade e ficção é notável principalmente nas novelas, através de três procedimentos ideologicamente trabalhados:&lt;br /&gt;O tempo da narração é lento, dando a ilusão que cada curto capítulo fosse um dia de nossas vidas;&lt;br /&gt;As personagens, seus hábitos, linguagem, casas, etc., passam a impressão de um realismo tão grande para que a distância entre o espectador e a novela seja a mínima. Embutido nisso, estão as marcas dos produtos e os modos de vida e de pensar que se divulgam na novela;&lt;br /&gt;Assim, a novela passa por relato do real, enquanto o noticiário (que perdeu as referências temporais e espaciais) torna-se irreal. A prova disso são telespectadores que se comovem em demasia com a morte de uma personagem, enquanto um desastre real em algum lugar do mundo (seja na Rússia ou na Vila Pureza) passa por ouvintes inertes e insensíveis ao fato.&lt;br /&gt;A realidade dos telejornais é passada como algo distante e irreal, enquanto as novelas emocionam o país como se fossem problemas reais que afetam a todos.&lt;br /&gt;Mais um detalhe importante enquanto função da mídia contemporânea na deformação de mentes e intelectos: a dispersão da atenção e a infantilização. A mídia divide a programação em blocos de sete a onze minutos, separados por intervalos comerciais. Essa divisão do tempo condiciona o espectador a concentrar sua atenção durante os sete ou onze minutos e a desconcentrá-la durante a pausa publicitária. A atenção e a concentração, a capacidade de abstração intelectual e o exercício do livre pensar foram destruídos. Enquanto isso, a mídia também infantiliza seu público, pois uma atitude declaradamente infantil é não suportar a distância temporal entre seu desejo e a satisfação deste: uma criança chora muito exatamente porque é intolerável para ela a espera para realizar seus desejos.&lt;br /&gt;E, assim, a mídia vem com promessas de gratificação instantânea. Cria o desejo ao mesmo tempo em que oferece seus produtos (através da publicidade e da programação) para satisfazê-los. Se um canal ou uma estação de rádio não atraem, gira-se o dial, troca-se de canal e logo se tem novamente desejos e produtos para satisfazê-los. Também a programação se volta a modelos já consagrados, ao que já sabe-se e gosta-se, e como temos a Cultura como lazer e entretenimento, a mídia satisfaz exatamente nossos desejos mais primitivos, por não exigir atenção, concentração, crítica ou reflexão. Cultura cobra paciência, reflexão, concentração e espírito crítico, em outras palavras, maturidade. A mídia satisfaz por nada cobrar, a não ser que permaneçamos sempre infantis.&lt;br /&gt;No cinema, assim como em toda arte, é possível notar como filmes de qualidade são taxados de chatos e cansativos (por exigir reflexão e maturidade), enquanto as bilheterias de Hollywood fazem fortunas com lazer e entretenimento medíocre.&lt;br /&gt;Mais um de seus traços característicos é um Autoritarismo disfarçado, sob falsa aparência de Democracia. Programas de aconselhamento sempre trazem a opinião de um especialista, que ensina como cuidar dos filhos, como criar cabras, como ver um jogo de futebol, um filme, uma foto, como viver e como pensar. Mas, ao tornar o público infantil, esta postura está carregada de intimidação social, pois o espectador, dócil e passivo, não só é ausente de crítica como acaba absorvendo os hábitos "recomendados" sem qualquer reflexão, tornando-se incompetente para viver e agir sem o apoio do especialista da mídia.&lt;br /&gt;Perversa. Assim é a mídia, enquanto formadora de opinião de nosso país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-1138991546205272268?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/1138991546205272268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/o-valor-da-informacao-3-col-e-curso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/1138991546205272268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/1138991546205272268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/o-valor-da-informacao-3-col-e-curso.html' title='O valor da informação - 3 col. e curso'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-6244594996026249518</id><published>2009-09-17T17:57:00.001-03:00</published><updated>2009-09-17T18:00:20.883-03:00</updated><title type='text'>Material de senso comum e coerência textual - 2 Col.</title><content type='html'>O que é o senso comum ?&lt;br /&gt;Na nossa vida quotidiana necessitamos de um conjunto muito vasto de conhecimentos, relacionados com a forma como a realidade em que vivemos funciona: temos que saber como tratar as pessoas com as quais nos relacionamos, temos que saber como nos devemos comportar em cada uma das circunstâncias em que nos situamos no nosso dia-a-dia: a forma como nos comportamos em nossa casa é diferente da forma como nos comportamos numa repartição pública, numa discoteca, num cinema, na escola, etc. Estamos também rodeados de sistemas de transporte, de informação, de aparelhos muito diversos, com os quais temos que saber lidar. De facto, para apanharmos o comboio, por exemplo, temos que saber muitas coisas: o que é um comboio e a sua função, como se entra numa estação, como se compra o bilhete, como devemos esperar o comboio, etc.&lt;br /&gt;Estes conhecimentos, no seu conjunto, formam um tipo de saber a que se chama senso comum.&lt;br /&gt;O senso comum é um saber que nasce da experiência quotidiana, da vida que os homens levam em sociedade. É, assim, um saber acerca dos elementos da realidade em que vivemos; um saber sobre os hábitos, os costumes, as práticas, as tradições, as regras de conduta, enfim, sobre tudo o que necessitamos para podermos orientar-nos no nosso dia-a-dia: como comer à mesa, acender a luz de uma sala, acender a televisão, como fazer uma chamada telefónica, apanhar o autocarro, o nome das ruas da localidade onde vivemos, etc.,etc...&lt;br /&gt;É, por isso, um saber informal, que se adquire de uma forma natural (espontâneo), através do nosso contacto com os outros, com as situações e com os objectos que nos rodeiam. É um saber muito simples e superficial, que não exige grandes esforços, ao contrário dos saberes formais (tais como as ciências) que requerem um longo processo de aprendizagem escolar.&lt;br /&gt;O senso comum adquire-se quase sem se dar conta, desde a mais tenra infância e, apesar das suas limitações, é um saber fundamental, sem o qual não nos conseguiríamos orientar na nossa vida quotidiana.&lt;br /&gt;Sendo assim, torna-se facilmente compreensível que todos os homens possuam senso comum, mas este varia de sociedade para sociedade e, mesmo dentro duma mesma sociedade, varia de grupo social para grupo social ou, também, por exemplo, de grupo profissional para grupo profissional.&lt;br /&gt;Mas, sendo imprescindível, o senso comum não é suficiente para nos  compreendermos a nós próprios e ao mundo em que vivemos, pois se na nossa reflexão sobre a nossa situação no mundo, nos ficarmos pelos dados do senso comum, por assim dizer os dados mais básicos da nossa consciência natural, facilmente caímos na ilusão de que as coisas são exactamente aquilo que parecem, nunca nos chegando a aperceber que existe uma radical diferença entre a aparência e a realidade. Somos, imperceptivelmente, levados a consolidar um conjunto solidário de certezas, das quais, como é óbvio, achamos ser absurdo duvidar ( o texto da &lt;a href="http://www.espanto.info/f10ner/f3.htm"&gt;ficha 3&lt;/a&gt; (chama-lhes "crenças silenciosas"): temos a certeza de que existimos, de que as coisas que nos rodeiam existem, que aquilo que nos acontece é irrefutável, etc...&lt;br /&gt;Contudo essas certezas são questionáveis, pois se baseiam em aparências. E há muitas aparências que se nos impõem com uma força quase irresistível, por exemplo: aparentemente o Sol move-se no céu (não é verdade que esta foi uma convicção aceite, durante muitos séculos, pela comunidade científica?). Podemos mesmo aprender a medir o tempo a partir desse movimento aparente. Mas, na realidade, esse movimento aparente do Sol é gerado pelo movimento de rotação da terra.&lt;br /&gt;Mas esta distinção entre aparência e realidade, da qual não nos podemos libertar por causa da nossa natureza (ou melhor, da constituição dos nossos órgãos sensoriais e do nosso sistema nervoso), está dependente da diferença que existe entre o conhecimento sensível e o conhecimento racional.&lt;br /&gt;O conhecimento que temos através dos sentidos é forçosamente incompleto e filtrado, pois os nossos órgãos receptores só são estimulados por determinados fenómenos físicos, deixando de lado um campo quase infinito de possíveis estímulos (por exemplo, os nossos olhos não captam quer a radiação infravermelha, quer a radiação ultravioleta, ao passo que há seres vivos que o podem fazer, o mesmo se passando com os ultra-sons). É portanto inquestionável que não conhecemos, sensorialmente, a realidade tal como ela é.&lt;br /&gt;Sendo assim, os sentidos parece que nos enganam, pois os dados que nos fornecem acerca da realidade são insuficientes para alcançarmos um conhecimento verdadeiro, ou objectivo, da mesma.&lt;br /&gt;Por isso a Razão permite-nos alcançar conhecimentos que nunca poderíamos alcançar através dos sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais características do senso comum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter empírico – o senso comum é um saber que deriva directamente da experiência quotidiana, não necessitando, por isso de uma elaboração racional dos dados recolhidos através dessa experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter acrítico – não necessitando de uma elaboração racional, o senso comum não procede a uma crítica dos seus elementos, é um conhecimento passivo, em que o indivíduo não se interroga sobre os dados da experiência, nem se preocupa com a possibilidade de existirem erros no seu conhecimento da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter assistemático – o senso comum não é estruturado racionalmente, tanto ao nível da sua aquisição, como ao nível da sua construção, não existe um plano ou um projecto racional que lhe dê coerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter ametódico – o senso comum não tem método, ou seja, é um saber que não segue nenhum conjunto de regras formais. Os indivíduos adquirem-no sem esforço e sem estudo. O senso comum é um saber que nasce da sedimentação casual da experiência captada ao  nível da experiência quotidiana ( por isso se diz que o senso comum é sincrético).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter aparente ou ilusório – Como não há a preocupação de procurar erros, o senso comum é um conhecimento que se contenta com as aparências, formando por isso, uma representação ilusória, deturpada e falsa, da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter colectivo – O senso comum é um saber partilhado pelos membros de uma comunidade, permitindo que os indivíduos possam cooperar nas tarefas essenciais à vida social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter subjectivo – O senso comum é subjectivo, porque não é objectivo: cada indivíduo vê o mundo à sua maneira, formando as suas opiniões, sem a preocupação de as testar ou de as fundamentar num exame isento e crítico da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter superficial – O senso comum não aprofunda o seu conhecimento da realidade, fica-se pela superfície, não procurando descobrir as causas dos acontecimentos, ou seja, a sua razão de ser que, por sua vez, permitiria explicá-los racionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter particular – o senso comum não é um saber universal, uma vez que se fica pela aquisição de informações muito incompletas sobre a realidade ( por isso também se diz que ele é fragmentário ), não podendo, assim, fazer generalizações fundamentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carácter prático e utilitário – O senso comum nasce da prática quotidiana e está totalmente orientado para o desempenho das tarefas da vida quotidiana, por isso as informações que o compõem são o mais simples e directas possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto complementar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O senso comum é um saber que está presente em todas as sociedades e em todos os indivíduos (todos são dotados de senso comum). Mas o senso comum é plural, variando de sociedade para sociedade e modificando-se com o decorrer dos tempos.&lt;br /&gt;O senso comum, enquanto princípio de sociabilidade, constitui o acordo mínimo exigível para que qualquer sociedade funcione como tal; ele assegura a coesão indispensável para que se possa falar de comunidade e de vida colectiva.&lt;br /&gt;Ele é princípio de equilibração, essencial a toda a sociedade, entre a dimensão do indivíduo e a dimensão do colectivo ou dito de outra forma, da sujeição do indivíduo às normas da vida colectiva.&lt;br /&gt;O senso comum é também o senso tradicional. Costumamos dizer: "sempre foi assim" para justificar um procedimento que nos criticam.&lt;br /&gt;O senso comum transporta e naturaliza um conjunto de convenções implícitas ou intrínsecas ao agir humano colectivamente dimensionado. Neste sentido, ele é conducente ou solidário de uma aceitação que assinala uma passividade inerente e indispensável face às exigências práticas e pragmáticas da vida. Como se adquire o senso comum? Ele é fruto da aprendizagem e educação que espontânea e/ou institucionalmente recebemos enquanto membros de uma comunidade."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senso comum é visto como a compreensão de todas as coisas por meio do saber social, ou seja, é o saber que se adquire através de &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/senso-comum.htm"&gt;experiências&lt;/a&gt; vividas ou ouvidas do cotidiano. Engloba costumes, hábitos, tradições, normas, éticas e tudo aquilo que se necessita para viver bem. No senso comum não é necessário que haja um parecer científico para que se comprove o que é dito, é um saber informal que se origina de opiniões de um determinado indivíduo ou grupo que é avaliado conforme o efeito que produz nas pessoas. É um saber imediato, subjetivo, heterogêneo e acrítico, pois se conforma com o que é dito para se realizar, utiliza várias idéias e não busca conhecimento científico para ser comprovado. De maneira espontânea e sem querer as pessoas utilizam o senso comum a quase todo o momento: Ex: Quando se está com o intestino preguiçoso e a vizinha diz que ameixa e mamão é bom para ajudar o intestino, o que é que se faz? Corre para casa e se empanturra de ameixa e mamão. Isso é senso comum, a utilização de um método criado a partir de uma experiência natural. O senso comum difere-se em alguns aspectos com a ciência, pois a &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/senso-comum.htm"&gt;ciência&lt;/a&gt; busca a verdade em todas as coisas por meio de testes e comprovações, enquanto o senso comum é utilizado antes mesmo que se saiba se o método &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/filosofia/senso-comum.htm"&gt;empregado&lt;/a&gt; traz o que se espera. A ciência é objetiva, busca critérios, avalia, busca leis de funcionamento, reúne a individualidade existente em cada lei para formar uma só estrutura e isso sem procurar semelhança entre elas, se renova, se modifica e busca sempre se firmar no conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marilena Chaui&lt;br /&gt;“Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às idéias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se buscar compreender a significação do mundo, da cultura, da história for útil; se conhecer o sentido das criações humanas nas artes, nas ciências e na política for útil; se dar a cada um de nós e à nossa sociedade os meios para serem conscientes de si e de suas ações numa prática que deseja a liberdade e a felicidade para todos for útil, então podemos dizer que a Filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.”(Marilena Chaui)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coerência textual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A definição encontrada em um dicionário para coerência é: Coerência: [s.f.] 1. qualidade, condição ou estado de coerente; 2. ligação, nexo ou harmonia entre dois fatos ou duas idéias; relação harmônica, conexão.                                                                              Dicionário eletrônico Houaiss da &lt;a href="http://www.mundoeducacao.com.br/redacao/coerencia-textual.htm"&gt;Língua Portuguesa&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção textual deve ser a construção de um todo compreensível aos olhos do leitor. A coerência textual é o instrumento que o autor vai usar para conseguir encaixar as “peças” do texto e dar um sentido completo a ele.&lt;br /&gt;Cada &lt;a href="http://www.infoescola.com/redacao/coerencia-textual/"&gt;palavra&lt;/a&gt; tem seu sentido individual, quando elas se relacionam elas montam um outro sentido. O mesmo &lt;a href="http://www.infoescola.com/redacao/coerencia-textual/"&gt;raciocínio&lt;/a&gt; vale para as frases, os parágrafos e até os textos. Cada um desses elementos tem um sentido individual e um tipo de relacionamento com os demais. Caso estas relações sejam feitas da maneira correta, obtemos uma mensagem, um conteúdo semântico compreensível.&lt;br /&gt;O texto é escrito com uma intencionalidade, de modo que ele tem uma repercussão sobre o leitor, muitas vezes proposital.&lt;br /&gt;Em uma redação, para que a coerência ocorra, as idéias devem se completar. Uma deve ser a continuação da outra. Caso não ocorra uma concatenação de idéias entre as frases, elas acabarão por se contradizerem ou por quebrarem uma linha de raciocínio. Quando isso acontece, dizemos que houve um quebra de coerência textual.&lt;br /&gt;A coerência é um resultado da não contradição entre as partes do texto e do texto com relação ao mundo. Ela é também auxiliada pela coesão textual, isto é, a compreensão de um texto é melhor capturada com o auxílio de conectivos, preposições, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos alguns exemplos de falta de coerência textual:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No verão passado, quando estivemos na capital do Ceará Fortaleza, não pudemos aproveitar a praia, pois o frio era tanto que chegou a nevar”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estão derrubando muitas árvores e por isso a floresta consegue sobreviver.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todo mundo viu o mico-leão, mas eu não ouvi o sabiá cantar”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todo mundo destrói a natureza menos todo mundo”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Podemos notar claramente que a falta de recursos para a escola pública é um problema no país. O governo prometeu e cumpriu: trouxe várias melhorias na educação e fez com que os &lt;a href="http://www.infoescola.com/redacao/coerencia-textual/"&gt;alunos&lt;/a&gt; que estavam fora da escola voltassem a freqüentá-la. Isso trouxe várias melhoras para o país.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de coerência em um texto é facilmente detectada por um falante da língua, mas não é tão simples notá-la quando é você quem escreve. A coerência é a correspondência entre as idéias do texto de forma lógica.&lt;br /&gt;Quando o entendimento de determinado texto é comprometido, imediatamente alguém pode afirmar que ele está incoerente. Na maioria das vezes esta pessoa está certa ao fazer esta afirmação, mas não podemos achar que as dificuldades de organização das idéias se resumem à coerência ou a coesão. É certo que elas facilitam bastante esse processo, mas não são suficientes para resolver todos os problemas. O que nos resta é nos atualizarmos constantemente para podermos ter um maior domínio do processo de produção textual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-6244594996026249518?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/6244594996026249518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/material-de-senso-comum-e-coerencia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/6244594996026249518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/6244594996026249518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/material-de-senso-comum-e-coerencia.html' title='Material de senso comum e coerência textual - 2 Col.'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-4067687670866430531</id><published>2009-09-03T16:01:00.001-03:00</published><updated>2009-09-03T16:03:21.090-03:00</updated><title type='text'>Terceiro e Curso</title><content type='html'>Carta Argumentativa&lt;br /&gt;Unicamp 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comvest.unicamp.br/vest2007/F1/fase1.pdf"&gt;http://www.comvest.unicamp.br/vest2007/F1/fase1.pdf&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção da proposta C&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-4067687670866430531?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/4067687670866430531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/terceiro-e-curso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/4067687670866430531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/4067687670866430531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/09/terceiro-e-curso.html' title='Terceiro e Curso'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-6898410927621806044</id><published>2009-06-18T11:51:00.003-03:00</published><updated>2009-06-18T12:00:48.308-03:00</updated><title type='text'>Extensivo</title><content type='html'>O tema aborda o uso do termo "ditabranda" empregado pelo jornal Folha de S. Paulo. Os slides contêm cartas e textos referentes à publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="tabcontent" id="publishedDocumentUrl" href="http://docs.google.com/Presentation?id=dhnbhvht_21g7grcfdw" target="_blank"&gt;http://docs.google.com/Presentation?id=dhnbhvht_21g7grcfdw&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-6898410927621806044?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/6898410927621806044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/06/extensivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/6898410927621806044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/6898410927621806044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/06/extensivo.html' title='Extensivo'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3380832451799404390</id><published>2009-06-04T13:45:00.004-03:00</published><updated>2009-06-04T18:19:20.836-03:00</updated><title type='text'>Laboratório dos 1º, 2º, 3º e Extensivo</title><content type='html'>Causas da Violência no Brasil&lt;br /&gt;Nos últimos anos, a sociedade brasileira entrou no grupo das sociedades mais violentas do mundo. Hoje, o país tem altíssimos índices de violência urbana (violências praticadas nas ruas, como assaltos, seqüestros, extermínios, etc.); violência doméstica (praticadas no próprio lar); violência familiar e violência contra a mulher, que, em geral, é praticada pelo marido, namorado, ex-companheiro, etc...&lt;br /&gt;A questão que precisamos descobrir é porque esses índices aumentaram tanto nos últimos anos. Onde estaria a raiz do problema?...&lt;br /&gt;Infelizmente, o governo tem usado ferramentas erradas e conceitos errados na hora de entender o que é causa e o que é conseqüência. A violência que mata e que destrói está muito mais para sintoma social do que doença social. Aliás, são várias as doenças sociais que produzem violência como um tipo de sintoma. Portanto, não adianta super-armar a segurança pública, lhes entregando armas de guerra para repressão policial se a “doença” causadora não for identificada e combatida.&lt;br /&gt;Já é tempo de a sociedade brasileira se conscientizar de que, violência não é ação. Violência é, na verdade, reação. O ser humano não comete violência sem motivo. É verdade que algumas vezes as violências recaem sob pessoas erradas, (pessoas inocentes que não cometeram as ações que estimularam a violência). No entanto, as ações erradas existiram e alguém as cometeu, caso contrário não haveria violência.&lt;br /&gt;Em todo o Mundo as principais causas da violência são: o desrespeito -- a prepotência -- crises de raiva causadas por fracassos e frustrações -- crises mentais (loucura conseqüente de anomalias patológicas que, em geral, são casos raros).&lt;br /&gt;Exceto nos casos de loucura, a violência pode ser interpretada como uma tentativa de corrigir o que o diálogo não foi capaz de resolver. A violência funciona como um último recurso que tenta restabelecer o que é justo segundo a ótica do agressor. Em geral, a violência não tem um caráter meramente destrutivo. Na realidade, tem uma motivação corretiva que tenta consertar o que o diálogo não foi capaz de solucionar. Portanto, sempre que houver violência é porque, alguma coisa, já estava anteriormente errada. É essa “coisa errada” a real causa que precisa ser corrigida para diminuirmos, de fato, os diversos tipos de violências.&lt;br /&gt;No Brasil, a principal “ação errada”, que antecede a violência é o desrespeito. O desrespeito é conseqüente das injustiças e afrontamentos, sejam sociais, sejam econômicos, sejam de relacionamentos conjugais, etc. A irreverência e o excesso de liberdades (libertinagens, estimuladas principalmente pela TV), também produzem desrespeito. E, o desrespeito, produz desejos de vingança que se transformam em violências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas grandes metrópoles, onde as injustiças e os afrontamentos são muito comuns, os desejos de vingança se materializam sob a forma de roubos e assaltos ou sob a forma de agressões e homicídios. Já a irreverência e a libertinagem estimulam o comportamento indevido (comportamento vulgar), o que também caracteriza desrespeito e produz fortes violências.&lt;br /&gt;Observe que quando um cidadão agride o outro, ou mata o outro, normalmente o faz em função de alguma situação que considerou desrespeitosa, mesmo que a questão inicial tenha sido banal como um simples pisão no pé ou uma dívida de centavos. Em geral, a raiva que enlouquece a ponto de gerar a violência é conseqüência do nível de desrespeito envolvido na respectiva questão. Portanto, até mesmo um palavrão pode se transformar em desrespeito e produzir violência. Logo, a exploração, o calote, a prepotência, a traição, a infidelidade, a mentira etc., são atitudes de desrespeito e se não forem muito bem explicadas, e justificadas (com pedidos de desculpas e de arrependimento), certa&amp;shy;mente que ao seu tempo resultarão em violências. É de desrespeito em desrespeito que as pessoas acumulam tensões nervosas que, mais tarde, explodem sob a forma de violência.&lt;br /&gt;Sabendo-se que o desrespeito é o principal causador de violência, podemos então combater a violência diminuindo os diferentes tipos de desrespeito: seja o desrespeito econômico, o desrespeito social, o desrespeito conjugal, o desrespeito familiar e o desrespeito entre as pessoas (a “má educação”). Em termos pessoais, a melhor maneira de prevenir a violência é agir com o máximo de respeito diante de toda e qualquer situação. Em termos governamentais, as autoridades precisam estimular relacionamentos mais justos, menos vulgares e mais reverentes na nossa sociedade. O governo precisa diminuir as explorações econômicas (as grandes diferenças de renda) e podar o excesso de “liberdades” principalmente na TV e no sistema educativo do país. A vulgaridade, praticada nos últimos anos vem destruindo valores morais e tornando as pessoas irresponsáveis, imprudentes, desrespeitadoras e inconseqüentes. Por isso, precisamos, também, restabelecer a punição infanto-juvenil tanto em casa quanto na escola. Boa educação se faz com corretos deveres e não com direitos insensatos. Precisamos educar nossos adolescentes com mais realismo e seriedade para mantê-los longe de problemas, fracassos, marginalidade e violência. Se diminuirmos os ilusórios direitos (causadores de rebeldias, prepotências e desrespeitos) e reforçarmos os deveres, o país não precisará colocar armas de guerra nas mãos da polícia para matar nossos jovens cidadãos (como tem acontecido tão freqüentemente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bulling&lt;br /&gt;O que é o bulling?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bulling é um termo de origem inglesa utilizado para descrever actos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou um grupo de indivíduos com o objectivo de intimidar ou agredir o outro incapaz de se defender.O bulling também não é um tema muito abordado actualmente na sociedade, porque as pessoas ocultam esse tema com outros temas como por exemplo o aborto, anorexia, obesidade, etc. Este tema apesar de ser pouco popular, este tabu começa a ganhar grandes proporções nas escolas portuguesas apesar deste assunto nos outros países já existir à muito tempo e pela qual esses países já começaram a por medidas preventivas para a resolução deste problema. Os principais factores que levam ao bulling são um historial precoce de violência, baixos níveis de estrutura familiar, abuso de drogas e álcool por parte dos pais, deficits sociais e cognitivas, entre outros. A faixa etária que são mais propícios aos alvos são as crianças que não se integram bem nas escolas, que têm boas notas, fraqueza física, ou têm mais peso. Estas crianças são afectadas através do indivíduo que se mete com elas, magoar os seus sentimentos, batê-las, exclui-las, insultá-las, entre outros. As crianças ao sofrerem estes abusos começam a mostrar sinais de serem vítimas de Bulling, tais como, terem medo de irem para a escola, falta de confiança, chegar a casa magoada, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem quatro tipos de bulling:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Bulling físico: quando o indivíduo usa a força física para magoar a criança, batendo-lhe, empurrando-o, dando-lhe pontapés, etc. também inclui tirar ou partir pertences às crianças ou roubar/extorquir dinheiro de modo a magoar o outro.· Bulling verbal: quando o indivíduo usa palavras para magoar o outro, como por exemplo: insultar, intimidar, sarcasmo e gozar.· Bulling relacional: quando o indivíduo interrompe as outras pessoas ao levá-los a excluir certas pessoas do grupo.· Bulling sexual: comentários sexuais indesejados, usar nomes sexuais ofensivos, tocar em partes íntimas dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Violência psicológica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A violência emocional é a mais silenciosa das formas de violência doméstica e, por isso, não é alvo da mesma atenção por parte da generalidade dos meios de comunicação social.Este é um problema com tantas subtilezas que, muitas vezes, nem a própria vítima tem noção de que está a ser alvo deste tipo de abusos. Enredado numa série de tentativas de manipulação, o cônjuge agredido pode levar algum tempo até se aperceber de que faz parte das estatísticas de violência doméstica. Por isso, importa identificar as especificidades deste tipo de relação.Como já referi, a manipulação é uma ferramenta a que o cônjuge agressor recorre com frequência. Nesse sentido, o cônjuge agredido (ou a vítima) é acusado(a) de estar na origem de todos os problemas do casal. Mais: através de cenas mais ou menos melodramáticas (características das personalidades histéricas), que podem incluir choro e gritos desmesurados, o agressor procura que o cônjuge se sinta culpado. Esta característica estende-se a outras áreas da vida, já que estas pessoas tendem a considerar que todos os acontecimentos negativos da sua vida são da responsabilidade de terceiros.De facto, tanto no quotidiano como na vida conjugal em particular, o agressor procura dar uma imagem de si próprio de grande vítima, grande sofredor, a quem tudo (de negativo) acontece.Além disso, o agressor tende a minimizar todos os argumentos e queixas do cônjuge enquanto empola as suas próprias necessidades. Encara-as como mais urgentes ou mais importantes e, através de atitudes egocêntricas, busca a atenção contínua e a satisfação de todas as suas vontades.Para isso, estas pessoas recorrem frequentemente a palavras depreciativas ou humilhantes, capazes de abalar seriamente a auto-estima do cônjuge. Note-se que este problema atinge todo o tipo de pessoas, mesmo aquelas comummente consideradas inteligentes ou cultas.O agressor pode chegar a fazer acusações mais ou menos despropositadas do tipo “Tens um(a) amante”, das quais a vítima procura defender-se, gerando um ciclo vicioso. O facto de haver uma ligação emocional impede que a vítima se aperceba de que está a ser alvo de manipulação.Mas os actos depreciativos não se esgotam por aqui. Normalmente o agressor usa a violência verbal para humilhar (ainda mais) o cônjuge. Sem dar conta, a vítima acaba por achar normal que, quando está nervoso, o agressor lhe chame nomes horríveis. Isto deve-se ao facto de estes actos serem normalmente seguidos de pedidos de desculpas mais ou menos lamechas em que o agressor não reconhece, de facto, o erro e, em vez disso, refugia-se no facto de “estar nervoso”. “Não ligues” pode ser uma frase recorrente. Ou seja, mais uma vez, as queixas da vítima são desprezadas.Também as características positivas do cônjuge agredido podem ser alvo de chacota – “É a única coisa boa que tens” ou “Sem isso não eras nada” não são mais do que golpes baixos numa tentativa de destruir a auto-estima do outro e, assim, conseguir controlar a relação.Estes ciclos viciosos podem agudizar-se se o agressor conseguir alcançar um dos seus objectivos: afastar a vítima de todas as pessoas que possam ajudá-la a identificar o problema. Se a manipulação atingir este nível, o cônjuge agredido pode levar mais tempo a reconhecer que está a ser alvo de abusos. Se não, é possível que mais cedo ou mais tarde a vítima dê um murro na mesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Violência contra a mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na esfera jurídica, violência significa uma espécie de coação, ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade. É igualmente, ato de força exercido contra as coisas, na intenção de violentá-las, devassá-las, ou delas se apossar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, como: a lesão corporal, que é a agressão física, como socos, pontapés, bofetões, entre outros; o estupro ou violência carnal, sendo todo atentado contra o pudor de pessoa de outro sexo, por meio de força física, ou grave ameaça, com a intenção de satisfazer nela desejos lascivos, ou atos de luxúria; ameaça de morte ou qualquer outro mal, feitas por gestos, palavras ou por escrito; abandono material, quando o homem, não reconhece a paternidade, obrigando assim a mulher, entrar com uma ação de investigação de paternidade, para poder receber pensão alimentícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores,que superam, a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.&lt;br /&gt;A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhendo raça, idade ou condição social. A grande diferença é que entre as pessoas de maior poder financeiro, as mulheres, acabam se calando contra a violência recebida por elas, talvez por medo, vergonha ou até mesmo por dependência financeira.&lt;br /&gt;Atualmente existe a Delegacia de Defesa da Mulher, que recebe todas as queixas de violência contra as mulheres, investigando e punindo os agressores. Como em toda a Polícia Civil, o registro das ocorrências, ou seja, a queixa é feita através de um Boletim de Ocorrência, que é um documento essencialmente informativo, todas as informações sobre o ocorrido visam instruir a autoridade policial, qual a tipicidade penal e como proceder nas investigações.&lt;br /&gt;Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema.&lt;br /&gt;A população deve exigir do Governo leis severas e firmes, não adianta se iludir achando que esse é um problema sem solução. Uma vez violentada, talvez ela nunca mais volte a ser a mesma de outrora, sua vida estará margeada de medo e vergonha, sem amor próprio, deixando de ser um membro da comunidade, para viver no seu próprio mundo.&lt;br /&gt;A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões (violência) sofridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Links relacionados: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=nAfjLT2kZ-A"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=nAfjLT2kZ-A&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=bDmD-F4Komk"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=bDmD-F4Komk&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=QT0-ZX_e83E"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=QT0-ZX_e83E&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da leitura dos textos apresentados e de sua experiência pessoal, desenvolva um texto dissertativo, em prosa, com no mínimo 25 linhas, sobre o tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIOLÊNCIA: FENÔMENO NATURAL OU FRUTO DE UMA SOCIEDADE EM DECADÊNCIA?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3380832451799404390?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3380832451799404390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/06/laboratorio-dos-1-2-3-e-extensivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3380832451799404390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3380832451799404390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/06/laboratorio-dos-1-2-3-e-extensivo.html' title='Laboratório dos 1º, 2º, 3º e Extensivo'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3069258047380805611</id><published>2009-05-28T15:21:00.002-03:00</published><updated>2009-05-28T15:23:16.867-03:00</updated><title type='text'>Tema 2º e 1º Col.</title><content type='html'>UFSCAR 2004&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Justiça Federal decretou ontem a quebra de&lt;br /&gt;sigilo bancário de mais 13 membros do sindicato dos&lt;br /&gt;motoristas e cobradores de São Paulo já presos desde&lt;br /&gt;o início da semana na Superintendência da Polícia&lt;br /&gt;Federal na capital paulista. A decisão é baseada em&lt;br /&gt;pedido do Ministério Público Federal, que comparou as&lt;br /&gt;declarações de renda com a movimentação bancária&lt;br /&gt;dos sindicalistas e alegou serem elas incompatíveis.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;Os presos são investigados por um suposto&lt;br /&gt;esquema de propina que envolveria sindicalistas e&lt;br /&gt;empresários do setor para a realização de paralisações&lt;br /&gt;e greves. Na quinta-feira, todos foram indiciados por&lt;br /&gt;formação de quadrilha, desobediência a ordem judicial&lt;br /&gt;(por não terem mantido parte da frota nas ruas durante&lt;br /&gt;as greves), paralisação de trabalho seguida de violência,&lt;br /&gt;paralisação de trabalho de interesse coletivo,&lt;br /&gt;frustração de direitos trabalhistas e danos ao patrimônio&lt;br /&gt;(por supostas depredações de ônibus). Instruídos&lt;br /&gt;pelos mais de 15 advogados, os sindicalistas só deporão&lt;br /&gt;em juízo.&lt;br /&gt;(Folha de S.Paulo, 24.05.2003.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O juiz Lalau, condenado por desvio de verbas&lt;br /&gt;do TST, vai para casa de maca cumprir a sua pena no&lt;br /&gt;aconchego do lar e o médico que o atende festeja a&lt;br /&gt;chegada da ambulância na casa no Morumbi, dizendo&lt;br /&gt;que prisão não é lugar para quem está em depressão&lt;br /&gt;profunda. Buáááá!&lt;br /&gt;Por fim, só faltava mais essa: o ex-prefeito&lt;br /&gt;Paulo Maluf é detido em um banco em Paris e obrigado&lt;br /&gt;a passar horas dando explicações às autoridades&lt;br /&gt;fazendárias da França sobre a natureza da operação&lt;br /&gt;bancária que estava pretendendo realizar. Ora, ora!&lt;br /&gt;Será que um turista não pode nem mais entrar em um&lt;br /&gt;banco e fazer umas perguntas? O Maluf tem culpa se&lt;br /&gt;é curioso? Buáááá!&lt;br /&gt;(Barbara Gancia, Folha de S.Paulo, 25.07.2003.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se achares três mil-réis, leva-os à polícia; se&lt;br /&gt;achares três contos, leva-os a um banco. Esta máxima,&lt;br /&gt;que eu dou de graça ao leitor, não é a do cavalheiro,&lt;br /&gt;que nesta semana restituiu fielmente dois contos e&lt;br /&gt;setecentos mil-réis à Caixa de Amortização; fato comezinho&lt;br /&gt;e sem valor, se vivêssemos antes do dilúvio, mas&lt;br /&gt;digno de nota desde que o dilúvio lá vai. Não menos&lt;br /&gt;digno de nota é o caso do homem que, depois de subtrair&lt;br /&gt;uma salva de prata, foi restituí-la ao ourives, seu&lt;br /&gt;dono. Direi até que este fica mais perto do céu do que&lt;br /&gt;o primeiro, se é certo que há lá mais alegria por um&lt;br /&gt;arrependimento do que por imaculado.&lt;br /&gt;(Machado de Assis, Crônicas.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma análise ... de ações maliciosas destinadas&lt;br /&gt;a atingir ilicitamente certos objetivos revela uma distinção&lt;br /&gt;entre o que poderíamos chamar de limitação&lt;br /&gt;inerente da malícia e certos exemplos específicos de&lt;br /&gt;sucesso. A limitação inerente da malícia deriva do fato&lt;br /&gt;de que uma conspiração maliciosa exige, de um lado,&lt;br /&gt;uma recompensa satisfatória para os participantes e,&lt;br /&gt;de outro, uma garantia confiável de impunidade. Ora, é&lt;br /&gt;muito rara a combinação desses dois elementos, e&lt;br /&gt;menos ainda em um período mais longo. Por isso, de&lt;br /&gt;modo geral, o comportamento malicioso não se sustenta&lt;br /&gt;por muito tempo — ainda que de algum modo&lt;br /&gt;possa ser sustentado. A malícia é socialmente degradável.&lt;br /&gt;No caso inverso, as ações orientadas no sentido&lt;br /&gt;do interesse geral da sociedade são apoiadas naturalmente&lt;br /&gt;por toda a coletividade, independentemente de&lt;br /&gt;recompensas prometidas; portanto, são socialmente&lt;br /&gt;sustentáveis.&lt;br /&gt;(Adaptado de Hélio Jaguaribe, Um estudo&lt;br /&gt;crítico da História.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REDAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a leitura dos textos apresentados, escreva&lt;br /&gt;uma dissertação, que deverá ter como tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SER HONESTO: ENTRE A VIRTUDE E A CONVENIÊNCIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua redação deverá ser redigida em prosa e&lt;br /&gt;obedecer aos padrões da norma culta do português do&lt;br /&gt;Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3069258047380805611?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3069258047380805611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/05/tema-2-e-1-col.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3069258047380805611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3069258047380805611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/05/tema-2-e-1-col.html' title='Tema 2º e 1º Col.'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-8036389469278147446</id><published>2009-05-21T11:38:00.003-03:00</published><updated>2009-05-21T11:52:07.460-03:00</updated><title type='text'>Extensivo e 3 Col.</title><content type='html'>Apresentação com a proposta da Fuvest 1995 e alguns textos e imagens auxiliares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://docs.google.com/Present?docID=dhnbhvht_6fqmnpcgt&amp;amp;revision=_latest&amp;amp;start=0&amp;amp;theme=blank&amp;amp;cwj=true"&gt;http://docs.google.com/Present?docID=dhnbhvht_6fqmnpcgt&amp;amp;revision=_latest&amp;amp;start=0&amp;amp;theme=blank&amp;amp;cwj=true&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-8036389469278147446?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/8036389469278147446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/05/extensivo-e-3-col.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8036389469278147446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8036389469278147446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/05/extensivo-e-3-col.html' title='Extensivo e 3 Col.'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-1190072777257490990</id><published>2009-05-14T21:02:00.011-03:00</published><updated>2009-05-14T21:33:06.424-03:00</updated><title type='text'>Mundo digital</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:Wingdings;  panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0;  mso-font-charset:2;  mso-generic-font-family:auto;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face  {font-family:SymbolMT-Identity-H;  panose-1:0 0 0 0 0 0 0 0 0 0;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:auto;  mso-font-format:other;  mso-font-pitch:auto;  mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0  {mso-list-id:407193591;  mso-list-type:hybrid;  mso-list-template-ids:-85298908 -2071311268 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661;} @list l0:level1  {mso-level-start-at:0;  mso-level-number-format:bullet;  mso-level-text:;  mso-level-tab-stop:21.0pt;  mso-level-number-position:left;  margin-left:21.0pt;  text-indent:-18.0pt;  font-family:Symbol;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-font-family:SymbolMT-Identity-H;} ol  {margin-bottom:0cm;} ul  {margin-bottom:0cm;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:Wingdings;  panose-1:5 0 0 0 0 0 0 0 0 0;  mso-font-charset:2;  mso-generic-font-family:auto;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:0 268435456 0 0 -2147483648 0;} @font-face  {font-family:SymbolMT-Identity-H;  panose-1:0 0 0 0 0 0 0 0 0 0;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:auto;  mso-font-format:other;  mso-font-pitch:auto;  mso-font-signature:3 0 0 0 1 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;}  /* List Definitions */  @list l0  {mso-list-id:407193591;  mso-list-type:hybrid;  mso-list-template-ids:-85298908 -2071311268 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661 68550657 68550659 68550661;} @list l0:level1  {mso-level-start-at:0;  mso-level-number-format:bullet;  mso-level-text:;  mso-level-tab-stop:21.0pt;  mso-level-number-position:left;  margin-left:21.0pt;  text-indent:-18.0pt;  font-family:Symbol;  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-font-family:SymbolMT-Identity-H;} ol  {margin-bottom:0cm;} ul  {margin-bottom:0cm;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabela normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;color:black;"   &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Texto 1&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Vigilância epistêmica* é a preocupação que todos nós deveríamos ter com relação a tudo o que lemos, ouvimos e aprendemos de outros seres humanos, para não sermos enganados, para não acreditarmos em tudo o que é escrito e dito por aí. É preciso vigiar o futuro para sabermos separar o joio do trigo**.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Hoje boa parte dos sites de busca indexam tudo o que encontram pela frente à internet, mesmo que se trate de uma grande bobagem ou de evidente inverdade. Qualquer opinião emitida, vista como um direito de todos, é divulgada aos quatro cantos do mundo. De fato, alguns desses sites de busca deveriam colocar, nos primeiros lugares, páginas de renomadas Universidades, preocupadas com a verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 21pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Todos precisamos estar muito atentos a dois aspectos com relação a tudo o que ouvimos e lemos:&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 21pt; color: rgb(255, 255, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Symbol;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;i&gt;se quem nos fala ou escreve conhece a fundo o assunto, se é um especialista comprovado, se sabe que está falando; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;i&gt;se quem nos fala ou escreve, na verdade, é um idiota que ouviu falar algo e simplesmente repassa,aos outros, o que leu e ouviu, sem acrescentar absolutamente nada de útil.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 21pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Aumentar nossa vigilância e preocupação com a verdade é necessidade cada vez mais premente num tempo que todos os gurus chamam de Era da Informação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 21pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Discordo, profundamente, desses gurus. Estamos, na realidade, na Era da Desinformação, de tanto lixo e ruído sem significado que, na maior parte das vezes, nos são transmitidos, todos os dias, eletronicamente, sem que exista o menor cuidado com a precisão e seriedade do que se emite, por parte das fontes que colocam matérias na rede. É mais uma conseqüência dessa idéia que a maioria das pessoas tem sobre a liberdade de expressar o que bem quiser, de expressar qualquer opinião que seja, como se opiniões não precisassem se basear no rigor científico, antes de serem emitidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;Stephen Kanitz, &lt;b&gt;Revista Veja&lt;/b&gt;, 03/10/2007. Adaptado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 177pt; text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 177pt; text-indent: 35.4pt; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;* Vigilância epistêmica &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;= capacidade de ficar atento e perceber se uma afirmação tem ou não valor científico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;** Separar o joio do trigo &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;= no contexto, capacidade de diferenciar observações equivocadas, mentiras mesmo, de outras afirmações que contêm verdades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Texto 2&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Países se unem em projeto da ONU&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tesouros informativos de vários países estarão disponíveis gratuitamente para qualquer internauta, a partir deste mês, com a formação da Biblioteca Digital Mundial, uma iniciativa da ONU. O portal terá, na primeira fase, mapas, fotografias e manuscritos, com textos explicativos em sete línguas, inclusive português. Na segunda fase, será possível consultar livros. A Biblioteca Nacional brasileira é uma das participantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O Estado de S. Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;, 02/10/2007. Adaptado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Texto 3&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;O acesso à Informação (em sua maioria, eletrônica) se tornou o direito humano mais zelosamente defendido. E aquilo sobre o que a informação mais informa é a fluidez do mundo habitado e a flexibilidade dos habitantes. O noticiário – essa parte da informação eletrônica que tem maior chance de ser confundida com a verdadeira representação do mundo lá fora é dos mais perecíveis bens da eletrônica. Mas a perecibilidade dos noticiários, como informação sobre o mundo real, é em si mesma uma importante informação: a transmissão das notícias é a celebração constante e diariamente repetida da enorme velocidade da mudança, do acelerado envelhecimento e da perpetuidade dos novos começos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;Zygmunt Bauman. &lt;b&gt;Modernidade Líquida&lt;/b&gt;. Adaptado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:85%;" &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Instrução: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;color:black;"   &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:85%;" &gt;Os textos apresentados trazem reflexões e notícias sobre o mundo digital. Com base nesses textos e em outras informações e idéias que julgar pertinentes, redija uma DISSERTAÇÃO EM PROSA, argumentando de modo claro e coerente.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:11;"  &gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-1190072777257490990?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/1190072777257490990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/05/mundo-digital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/1190072777257490990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/1190072777257490990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/05/mundo-digital.html' title='Mundo digital'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-2962911538436662473</id><published>2009-04-29T12:05:00.002-03:00</published><updated>2009-04-29T12:18:21.807-03:00</updated><title type='text'>Laboratório 3º, 2º e Extensivo</title><content type='html'>A proposta foi baseada no tema da Fuvest 2004, que trazia várias concepções sobre o tempo. Juntamente com isso, apresentamos alguns modelos de como desenvolver a argumentação no texto dissertativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentação está disponível neste endereço:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://docs.google.com/Present?docid=dhnbhvht_0f6twrqd2&amp;amp;hl=en"&gt;http://docs.google.com/Present?docid=dhnbhvht_0f6twrqd2&amp;amp;hl=en&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o link para o vídeo do clipe de "Futuros Amantes", de Chico Buarque, se encontra aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LOwQLarDhvI"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=LOwQLarDhvI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa produção!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-2962911538436662473?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/2962911538436662473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/laboratorio-3-2-e-extensivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/2962911538436662473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/2962911538436662473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/laboratorio-3-2-e-extensivo.html' title='Laboratório 3º, 2º e Extensivo'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-8597067578534882546</id><published>2009-04-23T18:21:00.002-03:00</published><updated>2009-04-23T18:29:39.011-03:00</updated><title type='text'>Laboratório do 1º colegial - 24/04</title><content type='html'>A televisão brasileira nos bombardeia diariamente com um conteúdo de qualidade discutível e, de certa forma, manipulador. Entretanto, poucos se dedicam a analisar tal situação, o que gera, inegavelmente, uma alienação da sociedade.&lt;br /&gt;Pensando nisso, utilizamos um vídeo que busca, por meio do humor, chamar a atenção para essa realidade que a TV brasileira vive e que certamente somos figuras relevantes nesse cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vídeo se encontra no endereço &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=d8fyYAOKsCo"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=d8fyYAOKsCo&lt;/a&gt; e está disponível para visualização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do vídeo e da discussão realizada em sala, foi pedido um texto dissertativo, em prosa, acerca do tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A QUALIDADE DA TV BRASILEIRA&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-8597067578534882546?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/8597067578534882546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/laboratorio-do-1-colegial-2404.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8597067578534882546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8597067578534882546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/laboratorio-do-1-colegial-2404.html' title='Laboratório do 1º colegial - 24/04'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-780086443671478644</id><published>2009-04-23T18:13:00.002-03:00</published><updated>2009-04-23T18:21:04.974-03:00</updated><title type='text'>Laboratório do 3º e extensivo 23/04</title><content type='html'>A atividade realizada consistia em cada aluno desenvolver um parágrafo específico da dissertação - introdução, desenvolvimento e conclusão - a partir de um outro parágrafo criado pelo colega. O objetivo era adequar uma ideia, um ponto de vista, a partir de algo já criado, com características distintas e, daí em diante, constituir o texto como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema para tal atividade foi:  A LIBERDADE DE EXPRESSÃO&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-780086443671478644?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/780086443671478644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/laboratorio-do-3-e-extensivo-2304.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/780086443671478644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/780086443671478644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/laboratorio-do-3-e-extensivo-2304.html' title='Laboratório do 3º e extensivo 23/04'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-146086215574123434</id><published>2009-04-16T18:48:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T18:57:31.525-03:00</updated><title type='text'>Tema - 2 Colegial 16/04/09</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;(UFRGS) Por que falar do amor? Não basta amar? A resposta é não. Em qualquer idade, o amor, a paixão entre duas pessoas é algo maravilhoso, mas quanto mais conhecermos a estrutura desse sentimento e das emoções que lhes são relacionadas, melhor poderemos vivê-las, tanto na adolescência quanto em outros momentos da vida.&lt;br /&gt;Pois bem, hoje com o tipo de vida que levamos, com a tecnologia de ponta, com a globalização levam as pessoas a serem mais céticas e mais distantes, deixando esse sentimento – o amor - em segundo plano. Você deve redigir um texto dissertativo onde conste a sua opinião a respeito dessa emoção.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Amor entre dois pólos: a renúncia ou a aceitação desse sentimento. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-146086215574123434?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/146086215574123434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/tema-2-colegial-160409.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/146086215574123434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/146086215574123434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/tema-2-colegial-160409.html' title='Tema - 2 Colegial 16/04/09'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-8202365333588663301</id><published>2009-04-16T18:43:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T18:48:13.497-03:00</updated><title type='text'>Projeto de texto e modelos de introdução</title><content type='html'>&lt;p&gt;O projeto de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUÇÃO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1. O quê? Matéria tratadaà assunto à tema à ponto de vista à TESE&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;DESENVOLVIMENTO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;2. Por quê? Razão – objetivo&lt;br /&gt;3. Para quê? Objetivo – finalidade&lt;br /&gt;4. Causas&lt;br /&gt;5. Conseqüências&lt;br /&gt;6. Circunstâncias: como? De que maneira?&lt;br /&gt;7. Analogias = comparações&lt;br /&gt;8. Prós – argumentos a favor&lt;br /&gt;9. Contras – argumentos contrários&lt;br /&gt;10. Análise: situação atual&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;CONCLUSÃO&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;11. Síntese&lt;br /&gt;12. Soluções&lt;br /&gt;13. Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Recursos introdutórios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DADOS RETROSPECTIVOS&lt;br /&gt;As primeiras manifestações de comunicação humana, nas eras mais primitivas, foram traduzidas por sons que expressavam sentimentos de dor, alegria ou espanto. Mais tarde...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CITAÇÃO&lt;br /&gt;O assunto ... pode ser analisado a partir das palavras de ... quando afirma que “...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PERGUNTA&lt;br /&gt;Será a chamada música popular brasileira verdadeiramente popular e verdadeiramente brasileira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DADO GEOGRÁFICO&lt;br /&gt;Na zona sul de São Paulo, a Sabesp interrompeu o fornecimento de água para a realização de manutenção no reservatório Jabaquara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DADOS ESTATÍSTICOS&lt;br /&gt;Naquela cidade de ... mil habitantes, cerca de ...% freqüentam as salas escolares, o que atesta a preocupação das autoridades com o nível de instrução de seus moradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NARRATIVA&lt;br /&gt;Hamlet observa a Horácio que há mais cousas no céu e na terra do que sonha a nossa filosofia. Era a mesma explicação que dava a bela Rita ao moço Camilo, numa sexta-feira de Novembro de 1869, quando este ria dela, por ter ido na véspera consultar uma cartomante; a diferença é que o fazia por outras palavras. (Machado de Assis)&lt;br /&gt;FRASE DECLARATIVA&lt;br /&gt;O artista contemporâneo, diante de um mundo fundamentalmente complexo e agitado, tem por missão traduzir o mais fielmente possível essa realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IDEIAS CONTRASTANTES&lt;br /&gt;Enquanto os grandes salões de automóveis exibem o que há de melhor no cenário automobilístico, os marginais da sociedade caminham quilômetros por dia em busca de uma oportunidade para melhorar de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;à O MAIS IMPORTANTE É QUE NA INTRODUÇÃO DE UMA DISSERTAÇÃO APAREÇA O TEMA, O PONTO DE VISTA, A TESE, ALGUMA REFERÊNCIA, ENFIM, AO ASSUNTO DA REDAÇÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atividades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enumere os parágrafos de acordo com a ordem natural da dissertação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( ) Todavia, o desenvolvimento do capitalismo permitiu o ingresso da mulher no mercado de trabalho e fez com que o filho passasse a significar despesa. Com isso, houve uma forte queda na taxa de natalidade nas últimas décadas, resultando em uma força contrária à progressão populacional. A respeito disso, Bem Wattenberg diz que “o capitalismo é o melhor anticoncepcional”.&lt;br /&gt;( ) Até a metade do século XX, o crescimento populacional possuía uma razão elevada se comparada aos dias atuais. Isso fez com que a soma dos termos ocasionasse a chamada explosão demográfica. Entretanto, os especialistas afirmam que uma inversão de sinais da razão populacional ocasionará o contrário no século XXI, uma implosão demográfica.&lt;br /&gt;( ) Portanto, a situação por que passa a população mundial constitui um paradoxo, uma explosão como conseqüente implosão demográfica, o que gera graves problemas sociais e crises no sistema público em geral. Desde já, os Estados devem tomar medidas a fim de evitar sérias conseqüências.&lt;br /&gt;( ) Várias foram as causas do rápido desenvolvimento da progressão populacional no século passado. Os avanços na área de saneamento e saúde permitiram ganho de longevidade à população. Com isso, mais pessoas atingiram a idade fértil, aumentando a soma total dos termos.&lt;br /&gt;( ) A implosão demográfica resultará no risco à continuidade da evolução no crescimento da população. A brusca queda dos termos ocasionará déficit no mercado de trabalho e graves problemas sociais. Essa situação requer atitudes dos governos a fim de evitá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-8202365333588663301?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/8202365333588663301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/projeto-de-texto-e-modelos-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8202365333588663301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/8202365333588663301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/projeto-de-texto-e-modelos-de.html' title='Projeto de texto e modelos de introdução'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3550177558524042446</id><published>2009-04-16T18:39:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T18:43:08.036-03:00</updated><title type='text'>Padrões sociais e liberdade do indivíduo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;REDAÇÃO&lt;br /&gt;INSTRUÇÃO: Leia os seguintes trechos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se pode ser sem rebeldia&lt;br /&gt;Eu acho que os adultos, pais e professores, deveriam compreender melhor que a rebeldia, afinal, faz parte do processo da autonomia, quer dizer, não é possível ser sem rebeldia. O grande problema está em como amorosamente dar sentido produtivo, dar sentido criador ao ato rebelde e de não acabar com a rebeldia. Tem professores que acham que a única saída para a rebelião, para a rebeldia é a punição, é a castração.&lt;br /&gt;Eu confesso que tenho grandes dúvidas em torno da eficácia do castigo. Eu acho que a liberdade não se autentica sem o limite da autoridade, mas o limite que a autoridade se deve propor a si mesma, para propor ao jovem a liberdade, é um limite que necessariamente não se explicita através de castigos. Eu acho que a liberdade precisa de limites, a autoridade inclusive tem a tarefa de propor os limites, mas o que é preciso, ao propor os limites, é propor à liberdade que ela interiorize a necessidade ética do limite, jamais através do medo. A liberdade que não faz uma coisa porque teme o castigo não está “eticizando-se”. É preciso que eu aceite a necessidade ética, aí o limite é compromisso e não mais imposição, é assunção. O castigo não faz isso. O castigo pode criar docilidade, silêncio. Mas os silenciados não mudam o mundo. (Paulo Freire, Pedagogia dos sonhos possíveis. Org.Ana M.A. Freire. Editora Unesp)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoridade em Ética&lt;br /&gt;Pode-se dizer, em tese, que a essência da ética provém da pressão da comunidade sobre o indivíduo. O homem pouco tem de gregário, e nem sempre sente, instintivamente, os desejos comuns a sua grei. Esta, ansiosa para que o indivíduo aja no seu interesse, tem inventado vários artifícios com o fim de harmonizar os interesses individuais com os seus próprios. Um destes é o governo, outro é a lei e o costume, e o outro é a moral. A moral torna-se uma força eficiente de duas maneiras: primeiro, através do louvor e da censura dos que o cercam e das autoridades; e segundo, através do autolouvor e da autocensura, os quais são chamados de “consciência”. Por meio destas várias forças — governo, lei, moral — o interesse da comunidade se faz sentir sobre o indivíduo. [...] Chego agora a meu último problema, que se relaciona com os direitos do indivíduo, em contraposição aos da sociedade. A ética, nós o dissemos, é parte de uma tentativa para tornar o homem mais gregário do que a natureza o fez. As pressões que a moral exerce sobre o indivíduo são, pode-se dizer, devidas ao gregarismo apenas parcial da espécie humana. Mas isto é uma meia verdade. Muitas de suas melhores cousas vêm do fato de não ser ela completamente gregária. O homem tem seu valor intrínseco, e os melhores indivíduos fazem contribuições para o bem geral que não são solicitadas e que, muitas vezes, chegam a sofrer reação por parte do resto da comunidade. É, pois, uma parte essencial da busca do bem geral, o permitir aos indivíduos liberdades que não sejam, evidentemente, maléficas aos outros. É isto que dá origem ao permanente conflito entre a liberdade e a autoridade, e estabelece limites ao princípio de que a autoridade é a fonte da virtude. (Bertrand Russell. A sociedade humana na ética e na política.&lt;br /&gt;Título original: Human society in Ethics and Politics.&lt;br /&gt;Tradução de Oswaldo de Araujo Souza. São Paulo:&lt;br /&gt;Companhia Editora Nacional, 1956)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lisbon Revisited&lt;br /&gt;(1923)&lt;br /&gt;Não: não quero nada.&lt;br /&gt;Já disse que não quero nada.&lt;br /&gt;Não me venham com conclusões!&lt;br /&gt;A única conclusão é morrer.&lt;br /&gt;Não me tragam estéticas!&lt;br /&gt;Não me falem em moral!&lt;br /&gt;Tirem-me daqui a metafísica!&lt;br /&gt;Não me apregoem sistemas completos, não me enfileirem&lt;br /&gt;conquistas&lt;br /&gt;Das ciências (das ciências, Deus meu, das ciências!) —&lt;br /&gt;Das ciências, das artes, da civilização moderna!&lt;br /&gt;Que mal fiz eu aos deuses todos?&lt;br /&gt;Se têm a verdade, guardem-na!&lt;br /&gt;Sou um técnico, mas tenho técnica só dentro da técnica.&lt;br /&gt;Fora disso sou doido, com todo o direito a sê-lo.&lt;br /&gt;Com todo o direito a sê-lo, ouviram?&lt;br /&gt;Não me macem, por amor de Deus!&lt;br /&gt;Queriam-me casado, fútil, quotidiano e tributável?&lt;br /&gt;Queriam-me o contrário disto, o contrário de qualquer coisa?&lt;br /&gt;Se eu fosse outra pessoa, fazia-lhes, a todos, a vontade.&lt;br /&gt;Assim, como sou, tenham paciência!&lt;br /&gt;Vão para o diabo sem mim,&lt;br /&gt;Ou deixem-me ir sozinho para o diabo!&lt;br /&gt;Para que havemos de ir juntos?&lt;br /&gt;Não me peguem no braço!&lt;br /&gt;Não gosto que me peguem no braço. Quero ser sozinho.&lt;br /&gt;Já disse que sou sozinho!&lt;br /&gt;Ah, que maçada quererem que eu seja da companhia!&lt;br /&gt;Ó céu azul — o mesmo da minha infância —&lt;br /&gt;Eterna verdade vazia e perfeita!&lt;br /&gt;Ó macio Tejo ancestral e mudo,&lt;br /&gt;Pequena verdade onde o céu se reflete!&lt;br /&gt;Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje!&lt;br /&gt;Nada me dais, nada me tirais, nada sois que eu me sinta.&lt;br /&gt;Deixem-me em paz! Não tardo, que eu nunca tardo...&lt;br /&gt;E enquanto tarda o Abismo e o Silêncio quero estar sozinho!&lt;br /&gt;(Fernando Pessoa, Ficções do Interlúdio/4:&lt;br /&gt;poesias de Álvaro de Campos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROPOSIÇÃO&lt;br /&gt;A atuação do homem na sociedade, mediada por padrões e modelos de comportamento e sujeita a atritos e tensões entre os interesses da comunidade e os dos indivíduos, pode assumir as mais variadas formas, que vão do puro e simples enquadramento até à mais exacerbada rebeldia. Os dois trechos apresentados focalizam essa questão sob os pontos de vista pedagógico (Paulo Freire) e ético (Bertrand Russell). Tomando como base de reflexão, se achar necessário, os textos mencionados, a letra de Raul Seixas e o poema de Fernando Pessoa (Álvaro de Campos), bem como sua própria experiência e opinião, escreva uma redação de gênero dissertativo sobre o tema&lt;br /&gt;OS PADRÕES SOCIAIS E A LIBERDADE DO INDIVÍDUO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3550177558524042446?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3550177558524042446/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/padroes-sociais-e-liberdade-do.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3550177558524042446'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3550177558524042446'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/padroes-sociais-e-liberdade-do.html' title='Padrões sociais e liberdade do indivíduo'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-2970675487520377884</id><published>2009-04-16T18:33:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T18:39:18.057-03:00</updated><title type='text'>Mudanças no vestibular</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;MEC quer substituir vestibular de federais por novo Enem&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com alterações, Exame Nacional do Ensino Médio se tornaria seleção unificada para instituições de todo o País.&lt;br /&gt;O Ministério da Educação propõe nesta quarta-feira, 25, aos reitores das universidades federais que o vestibular seja substituído por um novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O estudante faria, em qualquer Estado, teste com validade nacional e escolheria curso e instituição segundo a nota obtida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, cada universidade realiza seu processo seletivo com provas e datas diferentes. No novo formato, o Enem abordaria mais disciplinas e teria mais questões - hoje são 63 de múltipla escolha e redação. O exame incluiria questões dissertativas e objetivas, além de poder cobrar uma parte específica, direcionada a áreas como ciências, para candidatos a Medicina. Alguns cursos poderiam fazer uma segunda fase.A proposta é semelhante à forma de seleção do Programa Universidade para Todos (ProUni). Nele, o aluno escolhe curso e instituição com base na nota do atual Enem, com mínimo de 45 pontos. As linhas gerais que o MEC propõe também são semelhantes ao que ocorre nos Estados Unidos. Lá, cada universidade determina a quantidade de pontos no teste, chamado Scholastic Assessment Test (SAT), para que o candidato possa ter chances de ingressar na instituição. O exame é nacional e cobra inglês, matemática e redação. Com a pontuação mínima, o candidato passa por entrevista e envio de currículo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mobilidade&lt;br /&gt;A mudança, se aceita pelos reitores, será válida só para as federais e permitirá que um aluno tente várias instituições ao mesmo tempo, sem ter que fazer vários vestibulares. Além disso, permitirá que um candidato do Acre estude em São Paulo e vice-versa, aumentando a mobilidade. Hoje, para que isso aconteça, o aluno precisa sair de seu Estado para fazer o vestibular no local determinado pela universidade escolhida. Apesar de o MEC ter passado a ideia de que os reitores das federais já concordaram em ter o Enem pelo menos como uma primeira etapa dos vestibulares, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) diz que o assunto nem mesmo começou a ser debatido. "O tema até agora não está na pauta dos reitores. Vamos ouvir a proposta do ministro (Fernando Haddad) e analisá-la", diz o secretário executivo da Andifes, Gustavo Balduíno. O ministro reúne-se hoje com os reitores em Brasília.Uma das resistências é o atual formato do Enem, considerado pouco abrangente quando comparado à seleção feita pelas federais. O modelo final do novo Enem não está definido. Ontem, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) ainda trabalhava em uma proposta para apresentar aos reitores. O princípio que Haddad pretende adotar prevê uma prova que analise competências e habilidades, como o Enem, e não só conteúdos, como o atual vestibular.O ministro reclama que as atuais seleções não avaliam se o aluno aprendeu, o que reflete na qualidade do ensino médio. A mudança pode levar à aproximação com o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, que mede as mesmas habilidades do Enem, com mais conteúdo.As universidades têm autonomia para definir seu processo seletivo, por isso o MEC precisa do apoio delas para conseguir implantar a proposta. A prova nacional, porém, não agrada a todos. Em São Paulo, reitores da Unifesp, UFSCar e UFABC se reuniram para discutir, entre outros temas, a possibilidade de um vestibular único para as três federais paulistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda as propostas do MEC para o novo Enem&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Prova unificaria o vestibular das universidades federais, tendo validade nacional&lt;br /&gt;O Ministério da Educação propôs nesta quarta-feira, 25, aos reitores das universidades federais que o vestibular seja substituído por um novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O estudante faria, em qualquer Estado, teste com validade nacional e escolheria curso e instituição segundo a nota obtida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o MEC ter passado a ideia de que os reitores das federais já concordaram em ter o Enem pelo menos como uma primeira etapa dos vestibulares, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) diz que o assunto nem mesmo começou a ser debatido. Uma das resistências é o atual formato do Enem, considerado pouco abrangente quando comparado à seleção feita pelas federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda as propostas para o novo Enem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unificação: O vestibular seria substituído por uma única prova, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ampliado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prova nacional: A prova valeria para todo o País. O estudante poderia fazer o teste em qualquer Estado e se candidatar às diferentes universidades federais do Brasil. Hoje cada universidade realiza seu processo seletivo com provas e datas diferentes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolha posterior: O aluno não precisaria optar por um curso ao se inscrever. Ele faria a prova geral e, com o resultado, poderia decidir o curso que prefere&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda fase: Alguns cursos poderiam ter uma segunda fase, com uma avaliação de habilidades específicas da profissão escolhida. A necessidade seria definida pela concorrência e grau de conhecimento necessário para o curso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais questões: A prova do Enem seria maior. Hoje são apenas 63 questões e uma redação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complexidade: As questões passariam a incluir respostas dissertativas, além das de múltipla escolha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais áreas: A avaliação contaria com conteúdos específicos, além das questões de conhecimentos gerais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mobilidade: Mudança permitiria que um candidato do Acre estudasse em São Paulo e vice-versa, aumentando a mobilidade. Hoje, para que isso aconteça, o aluno precisa sair de seu Estado para fazer o vestibular no local determinado pela universidade escolhida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faculdades federais podem ter vestibular único neste ano&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A proposta de um vestibular unificado para as universidades federais pode começar a vigorar ainda neste ano. Essa é a intenção do ministro da Educação, Fernando Haddad. Se os reitores concordarem, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009, já modificado, seria aplicado em outubro. O modelo também poderia incluir qualquer instituição de ensino particular que queira aderir. Conforme o jornal O Estado de S. Paulo antecipou ontem, o Ministério da Educação planeja ampliar o Enem e torná-lo uma prova nacional de seleção para todas as universidades federais. O modelo que está sendo pensado no MEC inclui uma ampliação do Enem. Hoje, são 63 questões objetivas e uma redação. ?Queremos uma prova que combine o vestibular e o Enem, corrigindo as distorções. O Enem pergunta bem, mas carece de conteúdos. O vestibular tem conteúdo, mas distorce na hora de perguntar. Queremos julgar a capacidade analítica do estudante?, disse Haddad.Ontem, em reunião com a direção e a comissão de desenvolvimento acadêmico da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a proposta foi apresentada pela primeira vez a um grupo de reitores das federais. ?Não vejo objeção para que isso seja feito, mas vai necessitar de um grande esforço do MEC e do Inep. Será necessário que as universidades participem de todo o processo?, avaliou o presidente da Andifes, Amaro Lins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vestibular da Unesp muda e terá duas fases&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os candidatos a uma vaga na Universidade Estadual Paulista (Unesp) terão de enfrentar, a partir deste ano, um vestibular com duas fases. Além disso, os aprovados para a 2ª fase terão de responder a questões dissertativas de todas as disciplinas. Outra novidade é que o resultado do Enem terá mais peso na nota final - de 4% para 10% da nota nos cursos em que não há prova de habilidades. A mudança, antecipada com exclusividade pelo jornal O Estado S. Paulo no início do mês, foi aprovada ontem pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da instituição. A única alteração em relação à proposta original é que, em vez de a 2ª fase ser realizada em apenas um dia, será realizada em dois, totalizando três dias de provas. A diretora acadêmica da Fundação Vunesp, Tânia Azevedo, explica que o objetivo é aproximar a prova da realidade do ensino médio, cujo conteúdo é determinado pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN?s). As questões deixarão de ser divididas por matéria, valorizando a interdisciplinaridade, e serão organizadas em três eixos: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências da natureza, matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias. O vestibular da Universidade de São Paulo também pode mudar a partir deste ano. A proposta, em discussão no Conselho de Graduação da instituição, prevê que as provas da 2ª fase tenham questões de todas as disciplinas e que a nota da 1ª fase não seja considerada na nota final. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuvest estuda mudar vestibular&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Outra medida adotada pela USP para estimular o ingresso do aluno de escola pública será modificar o formato da Fuvest a partir deste ano, conforme revelou o Estado na segunda-feira.Documento elaborado por representantes da reitoria e de algumas unidades propõe que a primeira fase deixe de contar pontos para a nota final e que a segunda etapa tenha questões de todas as disciplinas. A expectativa é de que as modificações sejam aprovadas até maio. Segundo o documento, o objetivo é que a primeira fase seja "visualizada como um filtro de acesso para a segunda fase" e que "a segunda fase passe a ser disputada por candidatos de escolas públicas e particulares, que partirão das mesmas condições iniciais". A USP argumenta que a mudança pode reduzir a influência do preparo em cursinhos pré-vestibulares, inacessíveis aos alunos da rede pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entenda as mudanças propostas para o vestibular da Fuvest&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;USP pretende tornar-se mais acessível para alunos de escolas públicas com novas propostas para vestibular&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Universidade de São Paulo (USP) estuda mudar o formato de seu vestibular a partir desse ano. No ano passado, 138 mil estudantes se inscreveram para a Fuvest, o número mais baixo registrado nos últimos 11 anos. Portanto, a universidade estuda meios de voltar a atraís alunos e de tornar seus cursos mais acessíveis para estudantes de escolas públicas. As mudanças devem ser votadas até maio para que as mudanças possam ser feitas já no vestibular do fim do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira Fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é: Prova de 90 questões que vale o equivalente à metade da nota final do candidato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fica: Continua com o mesmo número de questões, só que deixaria de contar pontos na nota global do aluno. Ela serviria apenas como um "filtro de acesso para a segunda fase", segundo o documento da universidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, ainda segundo o texto, "a segunda fase passa a ser disputada por candidatos de escolas públicas e particulares, que partirão das mesmas condições iniciais". A USP ainda argumenta que a mudança pode reduzir a influência do preparo em cursinhos pré-vestibulares "que investem em treinamento intensivo para lidar com provas objetivas" e que não são acessíveis aos estudantes carentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda Fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é: a única prova obrigatória para todos os candidatos é a prova de português e redação, sendo que as outras provas (todas de dez questões dissertativas) são sempre relacionadas à carreira escolhida pelo aluno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como fica: deve passar a ser feita em três dias para todos os candidatos. O primeiro teria português e redação para todos. O segundo dia seria composto de 18 questões dissertativas de física, química, matemática, biologia, geografia e história. O último dia teria dez questões também dissertativas de apenas duas disciplinas ligadas ao curso escolhido pelo candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra novidade é que a USP quer que a prova foque cada vez mais em competências e habilidades em vez de conteúdo apenas. Por isso, além dos 10% da 1ª fase, 6 das 18 questões da 2ª etapa serão interdisciplinares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hoje, dependendo do curso, o estudante tem de fazer dez questões de química, por exemplo. Para um aluno de escola pública, é melhor ter menos perguntas dissertativas de uma área que ele não domina", avalia a coordenadora do Curso e Colégio Objetivo, Vera Lúcia da Costa Antunes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1977, quando foi criado, o vestibular da Fuvest já teve vários formatos. Mas a mudança maior ocorreu em 2006, quando a reitora Suely Vilela criou o programa de inclusão da USP (Inclusp). Com a intenção de aumentar o número de alunos de escolas públicas na universidade, então em 20%, esse grupo passou a ganhar bônus no exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram dados 3% para todos os estudantes de escola pública e 6% para os que, dentre eles, fizeram o Enem. Outros 3% vieram do desempenho em uma avaliação no fim do ensino médio. A prova foi feita em 2008, mas não há garantia de que será realizada neste ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio vestibular como tema&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; (VUNESP) Leia os textos abaixo e, a seguir, elabore um texto dissertativo em que você explicite sua opinião sobre a necessidade da realização do concurso vestibular para ter acesso à universidade, desenvolvendo argumentos adequados para defender seu ponto de vista. Dê-lhe um título. Não ultrapasse 30 linhas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Texto 1&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; “A faculdade, hoje, é tábua de salvação das famílias de classe média, que não conseguem acumular bens e precisam recompor seu patrimônio a cada geração”, explica a socióloga Gisela Taschener, da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo. Atualmente, 8% dos brasileiros possuem diploma universitário”. “A universidade é valorizada porque, no mundo de hoje, o capital do cidadão médio é sua escolaridade”, completa Gisela. Para as famílias que se equilibram com dificuldade entre a prestação da casa e a possibilidade de trocar o carro no final do ano, a faculdade dos filhos é o único patrimônio que se pode deixar. Para os filhos das famílias humildes, o diploma é uma das poucas esperanças de ascensão social. (Veja, Escravos da Angústia, 12/11/1997)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Texto 2&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O vestibular, embora considerado injusto por muitos, especialmente aqueles indolentes e incapazes de superá-los, é um instrumento democrático, que proporciona aos concorrentes igualdade de condições.&lt;br /&gt; (Vladimir Antonini, Curitiba, PR, Veja, Cartas, 19/11/97)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Texto 3&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Considero o vestibular a maior prova de ineficácia do sistema educacional brasileiro. Não se pode analisar um nível de conhecimento em apenas “uma tarde de domingo”. Principalmente porque estão presentes aspectos emocionais que podem ser decisivos. (Rodrigo Frank de Souza Gomes, Fortaleza, CE, Veja, Cartas, 19/11/97)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Texto 4&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Nos Estados Unidos e na Inglaterra, há um teste depois do 2º grau, mas a avaliação depende de várias outras coisas, entre elas o histórico escolar, cartas de recomendação e o resultado de entrevistas na universidade. (...) Na França, quem conclui o 2º grau tem direito à faculdade desde que seja capaz de agüentar o ritmo puxado dos estudos superiores, responsável pelo abandono do curso por mais da metade dos matriculados. (Veja, Escravos da Angústia, 12/11/97)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vestibular, um mal necessário&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O vestibular privilegia os candidatos pertencentes às classes mais favorecidas economicamente.&lt;br /&gt;Os candidatos que estudaram em escolas com infra-estrutura deficiente, como as escolas públicas do Brasil, por mais que se esforcem, não têm condições de concorrer com aqueles que freqüentaram bons colégios.&lt;br /&gt;Mesmo que o acesso à universidade fosse facilitado para candidatos de condição financeira inferior, o problema não seria resolvido, pois a falta de um aprendizado sólido, no primeiro e segundo graus, comprometeria o ritmo do curso superior.  As diferenças entre as escolas públicas e privadas são as verdadeiras responsáveis pela seleção dos candidatos mais ricos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-2970675487520377884?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/2970675487520377884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/mudancas-no-vestibular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/2970675487520377884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/2970675487520377884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/mudancas-no-vestibular.html' title='Mudanças no vestibular'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3234170695022000249</id><published>2009-04-16T18:27:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T18:31:54.609-03:00</updated><title type='text'>Estupro e Excomunhão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Arcebispo diz que suspeito de violentar menina não pode ser excomungado&lt;br /&gt;Religioso condenou mãe e médicos envolvidos em aborto.Imprensa italiana diz que Vaticano apoia decisão.&lt;br /&gt;O caso da menina de 9 anos que interrompeu a gravidez de gêmeos causou comoção e revolta. A repercussão foi ainda maior pela reação da Igreja Católica ao aborto provocado pelos médicos. O arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, excomungou a mãe e a equipe médica envolvida no procedimento.&lt;br /&gt;Nesta sexta-feira (6), o arcebispo disse que o padrasto, suspeito de violentar a menina e ser pai dos bebês, não pode ser excomungado. "Ele cometeu um crime enorme, mas não está incluído na excomunhão", afirmou Sobrinho. "Esse padrasto cometeu um pecado gravíssimo. Agora, mais grave do que isso, sabe o que é? O aborto, eliminar uma vida inocente." A equipe que participou do aborto está recebendo e-mails de médicos do país inteiro. Foram mais de 500 mensagens de apoio até a manhã desta sexta. Para os especialistas, não havia dúvida sobre a necessidade de interromper a gravidez e, sobre essa conduta, não cabe intervenção da Igreja.                     &lt;br /&gt;O médico Rivaldo Albuquerque, que participou do atendimento, já havia sido excomungado antes. Ele entrou em choque com a Igreja Católica desde que participou da criação de um serviço de atenção às mulheres violentadas, que faz o aborto nos casos previstos por lei. Católico praticante, ele disse que não vai deixar de assistir à missa. Quem é excomungado fica proibido de receber sacramentos como batismo, comunhão, crisma e casamento. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Repercussão&lt;br /&gt;A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nota em que destaca o mandamento "não matarás" e reforça as críticas feitas ao aborto.               &lt;br /&gt;A imprensa italiana publicou, nesta sexta, reportagens afirmando que o Vaticano apóia a decisão do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, de excomungar os envolvidos na interrupção da gravidez de uma menina de 9 anos.&lt;br /&gt;O site do jornal italiano "Corriere della Serra" mostra um texto sobre o caso. Em entrevista, o padre Gianfrancesco Grieco, diretor do Pontifício Conselho para a Família, disse que o tema é "muito, muito delicado", mas a Igreja não pode "trair" seus princípios de defender a vida desde a concepção até a vida natural, mesmo diante de "um drama humano tão forte".&lt;br /&gt;Ainda de acordo com o texto, o padre disse que "o aborto não é uma solução, é um atalho" e reprovou a atitude dos médicos.  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alta&lt;br /&gt;A gravidez da criança foi descoberta na semana passada, depois que ela reclamou de dores e foi levada a uma unidade de saúde. Os médicos classificaram a gestação de 15 semanas como de alto risco, pela idade e por ser de gêmeos. Segundo os médicos, a mãe pediu para que o aborto fosse realizado. &lt;br /&gt;O padrasto da menina foi preso, suspeito de ter abusado da garota e ser pai dos bebês que ela esperava. Ele deve ser indiciado por estupro. De acordo com a polícia, a menina sofria violência sexual desde os 6 anos. A menina teve alta nesta sexta-feira e passa bem, segundo o diretor do hospital em que ela estava internada, Sérgio Cabral. Ela e a mãe devem ser encaminhadas para um abrigo no Recife, por determinação do Ministério Público. Elas não devem voltar imediatamente para Alagoinha (PE), onde moravam.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Presidente brasileiro Lula da Silva criticou hoje a Igreja por ter excomungado a mãe e os médicos que fizeram uma interrupção de gravidez a uma menina de 9 anos, grávida de gémeos, depois de violada pelo padrasto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autorizado pela Constituição, que admite a interrupção da gravidez em caso de estupro ou de risco de vida para a mãe, o aborto foi feito quarta-feira num hospital público do Recife e a garota teve alta hoje. O procedimento foi duramente criticado pelo arcebispo de Recife e Olinda, Dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou da Igreja Católica a mãe da menina e todos os profissionais envolvidos no aborto.&lt;br /&gt;A excomunhão é o castigo mais grave da Igreja católica e o crente excomungado fica proibido de receber sacramentos como o batismo, comunhão, crisma ou casamento.&lt;br /&gt;O Presidente Lula da Silva disse hoje que "lamenta profundamente a atitude conservadora" do bispo.&lt;br /&gt;"Não é possível permitir que uma menina violada por um padrasto tenha esse filho, até porque a menina corria risco de vida. Neste aspecto, a  Medicina está mais correta que a Igreja", afirmou.&lt;br /&gt;O ministro brasileiro da Saúde, José Gomes Temporão, considerou que, do ponto de vista da saúde pública, "a conduta dos médicos foi absolutamente correta".&lt;br /&gt;Temporão disse ainda estar impressionado com os dois acontecimentos: a agressão à menina de 9 anos e a posição do arcebispo de Recife e Olinda.&lt;br /&gt;Contactada pela agência Lusa, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, entidade máxima da Igreja Católica no país, informou que ainda não se manifestou sobre o assunto porque o seu presidente está no estrangeiro mas que deverá divulgar uma nota em breve.&lt;br /&gt;Para o padre doutor Vicente Ferreira Lima, presidente do Tribunal Eclesiástico de Divinópolis, Minas Gerais, o Código de Direito Canônico não deixa dúvidas:&lt;br /&gt;"Quem provoca o aborto incorre em excomunhão `latae sententiae`, ou seja, excomunhão automática", afirmou o especialista em Direito Canônico hoje à agência Lusa, lembrando que isto não se aplica à menina, por ela ser menor.&lt;br /&gt;Na avaliação do padre Lima, todas as pessoas que advogam a favor da garota são "incoerentes", porque "se esquecem das duas vidas que foram ceifadas com o aborto".&lt;br /&gt;"A ciência médica, com todo o avanço que atingiu na atualidade e com os meios de que dispõe não teria como assistir esta menor? Além disso, ninguém colocou o dedo na chaga - a questão social, que origina todos estes problemas", assinalou.&lt;br /&gt;A menina que foi violada vive numa família pobre e desestruturada.&lt;br /&gt;A mãe separou-se do pai há três anos e passou a viver com o desempregado Jaílson José da Silva, de 23 anos, que abusava também de sua outra filha de 14 anos, deficiente.&lt;br /&gt;Os médicos não sentem qualquer arrependimento e disseram que a mãe, com apenas 33 quilos e 1,36 metros de altura, poderia morrer se levasse a gravidez dos gêmeos até ao fim.&lt;br /&gt;"Esta criança poderia, no mínimo, ficar estéril ou até morrer. Ela poderia sofrer ruptura de útero, hemorragia, eclâmpsia ou parto prematuro, pois não tinha condições de levar a gestação até o fim", destacou a médica Fátima Maia, diretora do Centro Integrado de Saúde, onde foi feito o aborto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A população brasileira divide-se sobre o assunto.&lt;br /&gt;"Eu sou contra o aborto e acho que a Igreja agiu certo. Aborto é pecado. Ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém", disse à Lusa, em Brasília, a doméstica Joselita Rodrigues.&lt;br /&gt;"Eu sou totalmente favorável ao aborto neste caso, porque a menina podia morrer. O padrasto tem que ser condenado a uma pena muito dura, com ampla divulgação, para coibir a ação de outros tarados. Ele é quem deveria ser excomungado", contrapôs o aposentado luso-brasileiro Nélson Villares, que reside em São Paulo.&lt;br /&gt;O padrasto da menina está numa penitenciária de Caruaru, Estado de Pernambuco, e pode ser condenado a mais de 15 anos de prisão em regime fechado.&lt;br /&gt;A garota não sabe que fez um aborto e pensa ter sido internada por causa de parasitas intestinais. Ela, a irmã e a mãe, que não desconfiava que o companheiro abusava das filhas, foram transferida hoje para um abrigo.&lt;br /&gt;O endereço não foi revelado para preservar a privacidade das vítimas.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3234170695022000249?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3234170695022000249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/estupro-e-excomunhao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3234170695022000249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3234170695022000249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/estupro-e-excomunhao.html' title='Estupro e Excomunhão'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-3166545222629603044</id><published>2009-04-16T18:21:00.001-03:00</published><updated>2009-04-17T11:50:30.457-03:00</updated><title type='text'>Arte X Mercado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O dado decisivo do panorama mundial nas últimas décadas é o fundamentalismo do mercado. Uma certa concepção de alta cultura - e de alta literatura - que tínhamos até há pouco pereceu. A rapidez inerente às transações do mercado na contemporaneidade tornou-se solo adverso a elas, como observou Pierre Bourdieu, ao lembrar a passagem de tempo necessária à sua maturação: decênios, gerações, séculos.Ainda bem que existem bibliotecas e museus, nada impedindo que o prazer trazido pela arte e pela literatura, que hoje só existem na conjugação do pretérito, seja revisitado com assiduidade. Os paradigmas assim preservados nos impedem de decretar que o espírito humano só frutifica em banalidade e esqualidez. Entretanto, tampouco deixamos de constatar a democratização que se operou paralelamente ao lento esboroar-se da alta cultura, resultando na constituição de um mercado de trabalho para os artistas e na transformação da obra de arte em mercadoria.A grande reviravolta nesse rumo foi, como se sabe, a invenção da imprensa. Depois do livro, assistiu-se a uma aceleração das possibilidades de reprodução a que nenhuma das artes escapou; e permaneceriam impensáveis para as massas, não fosse toda essa tecnologia que copia, barateia e põe ao alcance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Democratização versus degradação&lt;br /&gt;E é aqui que parece residir a falácia. Uma lógica perversa viria a imperar, privilegiando o investimento em novidades que, devido a sua facilidade e baixo custo, degradariam cada vez mais o gosto do cidadão. Foi assim que os produtores agiram, enquanto se justificavam dizendo dar ao povo o que ele queria. E não o contrário: os produtores é que se empenharam numa campanha de deseducação, infantilizando o público (caso do cinema), imbecilizando-o (caso da televisão), tratando seu ouvido como penico, na célebre frase de Nana Caymmi (caso da música), analfabetizando-o (caso da literatura). A tal ponto que certos gêneros perderam a razão de ser, porque vieram a faltar artistas e cultores. O que se passou com a cultura e a literatura brasileiras nas últimas décadas é parte integrante desse processo.&lt;br /&gt;A partir dos anos 60, o mercado foi ampliando seus domínios, até impor a hegemonia da indústria cultural, televisão à frente. É fato já estudado que esse veículo goza no Brasil de uma ascendência que não possui em outros quadrantes. Presente em 87% dos lares, conta com uma das mais altas médias horárias por espectador. E, também à diferença de outros países, oferece os maiores salários tanto para atores e escritores quanto para diretores ou técnicos: seus profissionais fazem teatro e cinema nas horas vagas, por esporte ou, como se diz com maior pertinência, por amor à arte.&lt;br /&gt;(Folha de S. Paulo, 17/3/2002) &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pena&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Fernando Aniteli&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O poeta pena&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando caí o pano e o pano cai&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um Sorriso por ingresso&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falta assunto falta acesso&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talento traduzindo em cédula&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E a cédula tronco é cédula mãe solteira&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O poeta pena&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando cai o pano e o pano cai&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acordes em oferta&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cordel em promoção&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A prosa presa em papel de bala&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Música rara em liquidação&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E quando o nó cegar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixa desatar em nós&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Solta a prosa presa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luz acesa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá si dó me um sol em mi menor&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eu sinto que sei que sou um tanto bem maior&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O palhaço pena&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando cai o pano e o pano cai&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A porcentagem e o verso&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Rifa, tarifa e refrão&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talento provado em papel moeda&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poesia metamorfoseada em cifrão&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O palhaço pena&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando cai o pano e o pano cai&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu museu em obras&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obras em leilão&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atalhos retalhos e sobras&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A matemática da arte em papel de pão&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E quando o nó cegar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deixa desatar em nós&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Solta a prosa presa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luz acesa&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá se abre um sol em mim maior&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(Veja o vídeo na internet: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=b5hRAiEzcyw&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=9AE8251B0F0402D8&amp;amp;playnext=1&amp;amp;playnext_from=PL&amp;amp;index=29"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=b5hRAiEzcyw&amp;amp;feature=PlayList&amp;amp;p=9AE8251B0F0402D8&amp;amp;playnext=1&amp;amp;playnext_from=PL&amp;amp;index=29&lt;/a&gt; )&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mecenato&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mecenato é um termo que indica o incentivo e patrocínio de artistas e literatos, e mais amplamente, de atividades artísticas e culturais. O termo deriva do nome de &lt;a title="Mecenas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mecenas"&gt;Caio Mecenas&lt;/a&gt; (&lt;a title="68 a.C." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/68_a.C."&gt;68 a.C.&lt;/a&gt; - &lt;a title="8 a.C." href="http://pt.wikipedia.org/wiki/8_a.C."&gt;8 a.C.&lt;/a&gt;), um influente conselheiro de &lt;a title="Augusto" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto"&gt;Otávio Augusto&lt;/a&gt; que formou um círculo de intelectuais e poetas, sustentando sua produção artística. O comportamento de Mecenas tornou-se um modelo e vários governos valeram-se de artistas e intelectuais para melhorar a própria imagem. O termo mecenas, nos países de &lt;a title="Línguas neolatinas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADnguas_neolatinas"&gt;línguas neolatinas&lt;/a&gt;, indica uma pessoa dotada de poder ou dinheiro que fomenta concretamente a produção de certos literatos e artistas. Num sentido mais amplo, fala-se de mecenato para designar o incentivo financeiro de atividades culturais, como exposições de &lt;a title="Arte" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arte"&gt;arte&lt;/a&gt;, feiras de livros, peças de &lt;a title="Teatro" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro"&gt;teatro&lt;/a&gt;, produções &lt;a title="Cinema" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema"&gt;cinematogr&lt;/a&gt;áficas, restauro de obras de arte e monumentos.&lt;br /&gt;Esse tipo de incentivo à arte se tornou prática comum no período &lt;a title="Renascentista" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascentista"&gt;renascentista&lt;/a&gt;, que buscava inspiração na &lt;a title="Antiguidade" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Antiguidade"&gt;Antiguidade&lt;/a&gt; grega e romana, e vivenciava um momento de pujança econômica com o surgimento da burguesia.&lt;br /&gt;(Wikipedia)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;FUNDO DA ARTE E DA CULTURA (FAC)&lt;br /&gt;A Secretaria de Cultura regulamentou os apoios e patrocínios, oferecendo por meio da Portaria n.º 5 vários mecanismos para o apoio e o patrocínio de artistas e eventos culturais. Estes mecanismos incluem concessão de serviços gráficos, sonorização, iluminação, palco, hospedagem, passagem, liberação de locais e áreas, fretes, empréstimo de equipamentos e figurinos, montagens de exposições, postagens de impressos entre outros.&lt;br /&gt;O Fundo financeiro composto por recursos oriundos de contribuição da iniciativa privada, por meio de acordo firmado com a Secretaria da Fazenda e Planejamento do DF para patrocinar artistas e atividades culturais. Através da reformulação da Lei de Incentivo, o Fundo de Apoio à Cultura (FAC) foi regulamentado a partir de 2000 e tem sido um mecanismo efetivo de fomento e difusão das artes no Distrito Federal.&lt;br /&gt;O FAC busca apoiar projetos nas mais diversas áreas culturais como dança, teatro, folclore, artesanato, cinema e vídeo, fotografia, literatura, música, artes plásticas e patrimônio histórico. O retorno dos projetos apoiados à comunidade do Distrito Federal se dá por meio das contrapartidas oferecidas em cada projeto. Quando é editado um livro, um percentual destes exemplares é destinado às bibliotecas públicas do DF; quando da edição de um CD, os artistas realizam, no mínimo, três apresentações gratuitas em instituições e espaços comunitários.&lt;br /&gt;Também são patrocinados cursos de formação de mão-de-obra cultural nas mais diversas áreas, contribuindo com a geração de renda, onde os artistas e demais profissionais possibilitam o auto-emprego e proporcionam oportunidade para que outros trabalhem. Um dos principais objetivos do FAC é apoiar projetos que atendem aos moradores das cidades satélites. Nestes locais, acontecem constantemente oficinas de dança, de artesanato, artes plásticas, entre outras, além de uma extensa programação cultural. (&lt;a href="http://www.sc.df.gov.br/paginas/a_secretaria/a_secretaria_06.htm"&gt;http://www.sc.df.gov.br/paginas/a_secretaria/a_secretaria_06.htm&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Proposta de Redação &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O contato direto entre a arte e o capital, seja nas suas mais variadas formas, é assunto presente e muito discutido entre críticos, jornalistas, artistas e interessados no mundo artístico e em suas tendências. Nesse sentido, a coletânea apresenta diversos pontos de vista sobre a influência da moeda na produção artística.&lt;br /&gt;Baseando-se em sua experiência e nos textos apresentados nesta prova, escreva uma redação, no gênero dissertativo, sobre o seguinte tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capital e Arte: APOIO NECESSÁRIO OU INFLUÊNCIA DEPRECIATIVA?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-3166545222629603044?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/3166545222629603044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/arte-x-mercado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3166545222629603044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/3166545222629603044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/arte-x-mercado.html' title='Arte X Mercado'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2018287433616582426.post-4248293981949218266</id><published>2009-04-16T18:19:00.000-03:00</published><updated>2009-04-16T18:21:11.142-03:00</updated><title type='text'>Violência urbana (Carta do Luciano Huck)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O apresentador Luciano Huck foi assaltado na quinta-feira, dia 27 de Setembro, em São Paulo. De arma na mão os ladrões levaram o relógio dele. Esse episódio de violência gerou uma carta indignada dele que saiu no jornal Folha de São Paulo:Luciano Huck foi assassinado. Manchete do Jornal Nacional de ontem... E eu (Luciano), algumas páginas à frente no caderno policial. E, quem sabe, uma homenagem póstuma no caderno de cultura.&lt;br /&gt;Não veria meu segundo filho. Deixaria órfã uma inocente criança. Uma jovem viúva. Uma família destroçada. Uma multidão bastante triste. Um governador envergonhado. Um presidente em silêncio.&lt;br /&gt;Por quê? Por causa de um relógio.&lt;br /&gt;Como brasileiro, tenho até pena dos dois pobres coitados montados naquela moto com um par de capacetes velhos e um 38 bem carregado.&lt;br /&gt;Provavelmente não tiveram infância e educação, muito menos oportunidades. O que não justifica ficar tentando matar as pessoas em plena luz do dia. O lugar deles é na cadeia.Agora, como cidadão paulistano, fico revoltado. Juro que pago todos os meus impostos, uma fortuna. E, como resultado, depois do cafezinho, em vez de balas de caramelo, quase recebo balas de chumbo na testa.&lt;br /&gt;Adoro São Paulo. É a minha cidade. Nasci aqui. As minhas raízes estão aqui. Mas a situação está ficando indefensável.&lt;br /&gt;Passei um dia na cidade e três assaltos passaram por mim. Meu irmão, uma funcionária e eu. Foi-se um relógio que acabara de ganhar da minha esposa em comemoração ao meu aniversário.Onde está a polícia? Onde está a "Elite da Tropa"? Quem sabe até a "Tropa de Elite"! Chamem o Comandante Nascimento! Está na hora de discutirmos segurança pública de verdade. Tenho certeza de que esse tipo de assalto ao transeunte, ao motorista, não leva mais do que 30 dias para ser extinto. Dois ladrões a bordo de uma moto, com uma coleção de relógios e pertences alheios na mochila e um par de armas de fogo não se teletransportam para o infinito.&lt;br /&gt;Passo o dia pensando em como deixar as pessoas mais felizes e como tentar fazer este país mais bacana. TV Diverte e a ONG que presido têm um trabalho sério e eficiente em sua missão. Meu prazer passa pelo bem-estar coletivo, não tenho dúvidas disso.Confesso que já andei de carro blindado, mas aboli. Por filosofia. Concluí que não era isso que queria para a minha cidade.&lt;br /&gt;Onde estão os projetos? Onde estão as políticas públicas de segurança? Onde está a polícia? Quem compra as centenas de relógios roubados? Onde vende? Não acredito que a polícia não saiba. Finge não saber.&lt;br /&gt;Alguém consegue explicar um assassino condenado que passa final de semana em casa!? Qual é a lógica disso?&lt;br /&gt;Hoje posso dizer que sou parte das estatísticas da violência em São Paulo. E, se você ainda não tem um assalto para chamar de seu, não se preocupe: a sua hora vai chegar. Desculpem o desabafo, mas, hoje amanheci um cidadão envergonhado de ser paulistano, um brasileiro humilhado por um calibre 38 e um homem que correu o risco de não ver os seus filhos crescerem por causa de um relógio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensamentos de um "correria"&lt;br /&gt;FERRÉZ&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ELE ME olha, cumprimenta rápido e vai pra padaria. Acordou cedo, tratou de acordar o amigo que vai ser seu garupa e foi tomar café. A mãe já está na padaria também, pedindo dinheiro pra alguém pra tomar mais uma dose de cachaça. Ele finge não vê-la, toma seu café de um gole só e sai pra missão, que é como todos chamam fazer um assalto. Se voltar com algo, seu filho, seus irmãos, sua mãe, sua tia, seu padrasto, todos vão gastar o dinheiro com ele, sem exigir de onde veio, sem nota fiscal, sem gerar impostos. Quando o filho chora de fome, moral não vai ajudar. A selva de pedra criou suas leis, vidro escuro pra não ver dentro do carro, cada qual com sua vida, cada qual com seus problemas, sem tempo pra sentimentalismo. O menino no farol não consegue pedir dinheiro, o vidro escuro não deixa mostrar nada. O motoboy tenta se afastar, desconfia, pois ele está com outro na garupa, lembra das 36 prestações que faltam pra quitar a moto, mas tem que arriscar e acelera, só tem 20 minutos pra entregar uma correspondência do outro lado da cidade, se atrasar a entrega, perde o serviço, se morrer no caminho, amanhã tem outro na vaga. Quando passa pelos dois na moto, percebe que é da sua quebrada, dá um toque no acelerador e sai da reta, sabe que os caras estão pra fazer uma fita. Enquanto isso, muitos em seus carros ouvem suas músicas, falam em seus celulares e pensam que estão vivos e num país legal. Ele anda devagar entre os carros, o garupa está atento, se a missão falhar, não terá homenagem póstuma, deixará uma família destroçada, porque a sua já é, e não terá uma multidão triste por sua morte. Será apenas mais um coitado com capacete velho e um 38 enferrujado jogado no chão, atrapalhando o trânsito. Teve infância, isso teve, tudo bem que sem nada demais, mas sua mãe o levava ao circo todos os anos, só parou depois que seu novo marido a proibiu de sair de casa. Ela começou a beber a mesma bebida que os programas de TV mostram nos seus comerciais, só que, neles, ninguém sofre por beber. Teve educação, a mesma que todos da sua comunidade tiveram, quase nada que sirva pro século 21. A professora passava um monte de coisa na lousa -mas, pra que estudar se, pela nova lei do governo, todo mundo é aprovado? Ainda menino, quando assistia às propagandas, entendia que ou você tem ou você não é nada, sabia que era melhor viver pouco como alguém do que morrer velho como ninguém. Leu em algum lugar que São Paulo está ficando indefensável, mas não sabia o que queriam dizer, defesa de quem? Parece assunto de guerra. Não acreditava em heróis, isso não! Nunca gostou do super-homem nem de nenhum desses caras americanos, preferia respeitar os malandros mais velhos que moravam no seu bairro, o exemplo é aquele ali e pronto. Tomava tapa na cara do seu padrasto, tomava tapa na cara dos policiais, mas nunca deu tapa na cara de nenhuma das suas vítimas. Ou matava logo ou saía fora. Era da seguinte opinião: nunca iria num programa de auditório se humilhar perante milhões de brasileiros, se equilibrando numa tábua pra ganhar o suficiente pra cobrir as dívidas, isso nunca faria, um homem de verdade não pode ser medido por isso. Ele ganhou logo cedo um kit pobreza, mas sempre pensou que, apesar de morar perto do lixo, não fazia parte dele, não era lixo. A hora estava se aproximando, tinha um braço ali vacilando. Se perguntava como alguém pode usar no braço algo que dá pra comprar várias casas na sua quebrada. Tantas pessoas que conheceu que trabalharam a vida inteira sendo babá de meninos mimados, fazendo a comida deles, cuidando da segurança e limpeza deles e, no final, ficaram velhas, morreram e nunca puderam fazer o mesmo por seus filhos! Estava decidido, iria vender o relógio e ficaria de boa talvez por alguns meses. O cara pra quem venderia poderia usar o relógio e se sentir como o apresentador feliz que sempre está cercado de mulheres seminuas em seu programa. Se o assalto não desse certo, talvez cadeira de rodas, prisão ou caixão, não teria como recorrer ao seguro nem teria segunda chance. O correria decidiu agir. Passou, parou, intimou, levou. No final das contas, todos saíram ganhando, o assaltado ficou com o que tinha de mais valioso, que é sua vida, e o correria ficou com o relógio. Não vejo motivo pra reclamação, afinal, num mundo indefensável, até que o rolo foi justo pra ambas as partes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;REGINALDO FERREIRA DA SILVA , 31, o Ferréz, escritor e rapper, é autor de "Capão Pecado", romance sobre o cotidiano violento do bairro do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, onde ele vive, e de "Ninguém é Inocente em São Paulo", entre outras obras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2018287433616582426-4248293981949218266?l=redacaoobjetivo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/feeds/4248293981949218266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/violencia-urbana-carta-do-luciano-huck.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/4248293981949218266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2018287433616582426/posts/default/4248293981949218266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://redacaoobjetivo.blogspot.com/2009/04/violencia-urbana-carta-do-luciano-huck.html' title='Violência urbana (Carta do Luciano Huck)'/><author><name>Laboratorio de Redaçao</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00076398699284898515</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
